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Adote um personagem em Ragnarok
Além de casamento e divórcio, game permite ter um filho e ganhar algumas vantagens. Saiba como |
por Guilherme Massa
Ragnarok é um jogo coletivo. Fazer missões e se tornar um aventureiro experiente é quase impossível sozinho. Para resolver isso, os jogadores têm diversas formas de se reunir em busca de poder e riqueza: convidar os amigos e formar um grupo, fundar um clã, casar-se e, caso a união dos trapinhos não tenha dado certo, se divorciar.
Em Heritage, a novidade é adotar um jogador, como se fosse um filho, para caminhar junto do casal nas missões. Como todas as formas de união em Ragnarok, a adoção tem suas vantagens: o filho aparece menor na tela, como uma criança, e passa a ser considerado um alvo pequeno, o que facilita na hora de evitar ataques dos monstros; além disso, a família recebe poderes exclusivos e pode dividir a experiência conquistada em combates independente da diferença de níveis entre os personagens.
Entretanto, as crianças são mais frágeis que os adultos e o jogador adotado assume algumas desvantagens. Seus pontos de vida e de magia são reduzidos em 30%, assim como a chance de criar um item com sucesso. O filho também não pode ter atributos acima de 80 pontos e jamais poderá se casar ou renascer para se tornar um transclasse.
Cuidado na hora de adotar alguém! Você recebe poderes interessantes, mas nunca mais poderá adotar outra pessoa ou abandonar o filho que você tem. E para quem prefere uma relação mais liberal, atenção redobrada, porque um divórcio com filho pode te obrigar a pagar uma pensão para sempre, além da bagatela de 2,5 milhões de zenys (a moeda de Ragnarok) para se separar do conjuge.
Se você tem um casamento estável e quer adotar um personagem, é preciso que o casal esteja no nível 70 ou maior e a criança deve ser um aprendiz, um super aprendiz ou, no máximo, uma classe do tipo 1-1 (arqueiro, espadachim, gatuno, mago, mercador ou noviço).
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