Esportes
31/12/2008 - 09:47 (atualizada em 31/12/2008 17:09)

São Paulo confirma domínio, seleção oscila, e Corinthians vê fim de ano “fenomenal”

Time de Muricy vence o Brasileiro pela terceira vez consecutiva; Dunga tem ano irregular na seleção, e Corinthians coroa volta à elite com contratação de Ronaldo

Da Refação
Tamanho do textoA+A-

Sucesso, oscilação e esperança. As três palavras resumem o ano do futebol em 2008, com o sucesso do São Paulo, seis vezes campeão brasileiro, a temporada irregular da seleção brasileira e a contratação de Ronaldo pelo Corinthians.

O Campeonato Brasileiro foi um dos mais equilibrados dos últimos tempos. Sem dúvida, o mais emocionante e imprevisível da era dos pontos corridos, que começou em 2003. Teve de tudo na competição.

Teve time que deu pinta de campeão (Flamengo, depois Grêmio), teve artilheiro novato (Keirrison), artilheiros “velhacos” (Kleber Pereira, Washington), torcida presente (17.107 de média por partida), time grande que quase caiu (Santos, Fluminense), time grande que caiu mesmo (Vasco), e time grande que beliscou a Libertadores, mas vacilou (Flamengo, Botafogo).


E teve o São Paulo. O time chegou a ficar 11 pontos atrás do então líder Grêmio, mas arrancou no segundo turno rumo ao tricampeonato. Enquanto somava 18 jogos sem perderseus rivais tropeçavam. Assim, na última rodada, a equipe de Muricy Ramalho e Rogério Ceni conquistou seu sexto título nacional, o terceiro consecutivo.

Se o time do Morumbi brilhou, principalmente no segundo semestre, o mesmo não se pode afirmar da seleção brasileira. Dunga, o técnico, viu sua popularidade ruir graças ao futebol decepcionante. Resultado: mesmo com a segunda posição nas eliminatórias para a Copa do Mundo, a equipe tem pior rendimento se comparado às seletivas de 1994 e 2002.

Uma esperança para a torcida brasileira e, principalmente, para a corintiana, surgiu depois do Campeonato Brasileiro. No dia seguinte ao título tricolor, o Corinthians, em uma fenomenal jogada de marketing, anunciou a contratação de Ronaldo para 2009. Foi a união de duas das mais fortes marcas do futebol em São Paulo.



Resta saber se o Fenômeno vai mais uma vez surpreender e ressurgir para o mundo da bola, como fez em 2002. Quem perdeu a chance de fazer isso foi Adriano: com uma série de problemas extracampo (baladas e afins), o Imperador atuou - e bem - pelo São Paulo no primeiro semestre. Voltou à Inter, mas a noite de Milão mais uma vez vem atrapalhando seu rendimento.

Já Ronaldinho Gaúcho trocou de ares. Saiu do Barcelona e acertou com Milan. Ainda não brilhou como se esperava, mas vem dando mostras de recuperação. O mesmo não se pode dizer de Robinho, que saiu do badalado Real Madrid para o candidato a emergente Manchester City. Assim como sua equipe, o futebol anda pequeno para o ex-santista.

copyright © Editora Abril S.A. - todos os direitos reservados

Sites Abril

| ExpedienteEspeciaisGuia de navegaçãoHomeMapa do sitePassaporte AbrilPolítica de privacidade

| Grupo AbrilAbout AbrilAnuncieAssinantesFale conoscoNewsletterTrabalhe conosco

Copyright © 2009, Abril Digital - Todos os direitos reservados