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10/11/2009 - 08:50
Agência Estado

Montadoras querem reduzir férias de fim de ano

Agência Estado
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Por AE

São Paulo - Montadoras estudam adiar as férias coletivas de fim de ano para janeiro ou encurtar o período do tradicional descanso natalino. O quadro é o oposto do ano passado quando, no auge da crise financeira internacional, a maioria das fabricantes de veículos dispensou os funcionários por períodos de até 50 dias, além de suspender contratos de trabalho e reduzir jornadas. Este ano, o setor conta com demanda aquecida e as vendas internas serão recorde, acima de 3 milhões de carros. As montadoras também querem aproveitar o último mês de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para fazer estoques nas revendas.

“É possível que alguma empresa jogue as férias para janeiro para produzir estoque e escapar da volta do IPI”, disse o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider. A partir de janeiro, a alíquota para modelos 1.0 voltará a 7% e, para modelos até 2.0, para 11% (flex) e 13% (gasolina). O imposto foi reduzido em dezembro e desde outubro está retornando gradualmente.

A Renault/Nissan, que no ano passado deu férias coletivas de mais de um mês para os funcionários das fábricas de automóveis e de motores em São José dos Pinhais (PR), já anunciou que, este ano, o pessoal da área de motores não terá descanso. Já os funcionários das linhas de carros e utilitários ficarão em casa só nas duas últimas semanas de dezembro.

A General Motors de São Caetano do Sul (SP) pretendia parar as atividades no dia 18 de dezembro, mas já prorrogou a data para o dia 28, com retorno em 14 de janeiro, informou o dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos local, Francisco Nunes. “Ainda assim, a data não foi oficializada”, disse. Em 2008, a unidade teve várias paradas, enquanto a filial de Gravataí (RS) ficou paralisada por 50 dias entre dezembro e início deste ano.

Os funcionários da PSA Peugeot Citroën em Porto Real (RJ) terão a tradicional parada de 15 dias, mesmo período que deve ser concedido aos trabalhadores da Volkswagen. Fiat e Ford ainda estudam se darão férias a todos os funcionários. Não é só o setor automotivo que está reduzindo as paradas neste fim de ano, ação já adotada em 2007. A maioria das empresas da Zona Franca de Manaus deve conceder no máximo 20 dias de descanso aos 106 mil trabalhadores do setor, ante no mínimo 30 dias no ano passado, disse Maurício Loureiro, presidente do Centro das Indústrias do Estados do Amazonas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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