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11/01/2010 - 13:56
Agência Estado

Inovação deve ser foco da Heineken no Brasil, diz Femsa

Agência Estado
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Por Tatiana Freitas

São Paulo - O presidente do conselho de administração e CEO (diretor) da Fomento Economico Mexicano SAB de CV (Femsa), José Antonio Fernández Carbajal, disse hoje que a Heineken, que nesta manhã anunciou a compra da unidade de cervejas da companhia, deve ter como foco a inovação no mercado brasileiro. "Eles saberão como inovar lá (no Brasil). Eles não devem entrar em guerra de preço ou algo parecido, devem estar direcionados para geração de valor", afirmou o executivo, durante teleconferência para comentar o acordo com a cervejaria holandesa.

Carbajal ressaltou que, apesar de ter uma participação "muito pequena" no Brasil, a marca Heineken vem ganhando espaço. Ele lembrou que a Femsa possui marcas locais no País, como a tradicional Kaiser, que em algumas regiões, como o extremo Norte, apresenta elevada participação de mercado. Summer Draft, Bavaria, Xingu e Sol são outras marcas que fazem parte do portfólio da mexicana no País. De acordo com dados Nielsen, o market share (participação de mercado) da Femsa foi de 7,2% no Brasil em novembro de 2009.

"Tenho certeza de que a Heineken implementará uma estrutura apropriada para aquele mercado", disse o diretor financeiro da Femsa, Javier Sajinés, que preferiu ser mais cauteloso ao comentar a estratégia da nova parceira para o Brasil. "Não gostaria de entrar em detalhes sobre o que a Heineken fará naquele país. Acho que eles é quem devem falar sobre as perspectivas para esse mercado."

O acordo fechado entre Femsa e Heineken prevê a manutenção do acordo de distribuição existente entre a Kaiser e o sistema Coca-Cola no Brasil, segundo Sajinés. Além disso, a OXXO, braço de negócios atuante no segmento de varejo da Femsa, manterá seu exclusivo acordo comercial com a cervejaria por um período de dez anos.

A transação, fechada em ações e assunção de dívida, avalia a Femsa em 5,3 bilhões de euros (US$ 7,7 bilhões). Com a incorporação da cervejaria mexicana pela Heineken, a Femsa passará a ter uma fatia de 20% da empresa holandesa, assumindo a posição de segundo maior acionista, e terá direito a duas cadeiras no conselho da Heineken.

 

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