A pele é o que mais denuncia o envelhecimento. Os primeiros sinais da passagem do tempo, que aparecem até antes das rugas, costumam ser as manchas de sol. É por isso que os tratamentos antimanchas são os mais procurados em consultórios de dermatologia.
Até pouco tempo, as únicas opções contra essas marcas eram recursos brandos, como os ácidos tópicos, ou agressivos demais, como a crioterapia e o laser, diz a reportagem de VEJA. Agora, uma nova tecnologia parece ter chegado ao meio termo, e é indicada para pacientes cujas manchas não são tão leves nem tão profundas.
Sob a forma de spray, o novo produto congela e mata as células responsáveis pelas manchas. Batizada de crioterapia light, a técnica recém-chegada ao Brasil difere da crioterapia convencional por seu raio de ação. A temperatura da crioterapia light chega a 55 graus negativos – a da outra, a menos 196 graus. Quanto "mais quente", mais seguro é o produto, já que ele só atinge as células mais superficiais da pele. "Com isso, as regiões mais profundas são poupadas e os riscos de lesão, reduzidos", diz a dermatologista Érica Monteiro.