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Saúde
03/01/2009 - 16:42 (atualizada em 03/01/2009 16:45)

Pesquisas sobre longevidade e juventude apontam para três tipos de indivíduo

Envelhecimento é um fenômeno de extrema complexidade sobre o qual a ciência vem conquistando vitórias relevantes; veja descobertas da ciências nos últimos tempos

Da Redação
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Christiane Torloni ao lado de sua mãe, ambas com 51 anos
Christiane Torloni ao lado de sua mãe, ambas com 51 anos

Envelhecer com saúde e boa estética é hoje o sonho de milhões de pessoas, diz reportagem publicada na VEJA. Das três variáveis envolvidas na equação para o aumento da expectativa de vida de uma população, duas estão sob controle: a redução da taxa de mortalidade no início da vida e o aumento dos índices de sobrevivência às doenças típicas da velhice. De modo geral, as crianças se fortalecem graças às vacinas, aos antibióticos, à melhoria da nutrição e das condições sanitárias. Os idosos, por sua vez, se tornam mais longevos porque a medicina e as ciências farmacêuticas identificam e tratam as mazelas próprias da idade com métodos de diagnóstico mais precisos, técnicas cirúrgicas mais apuradas e medicamentos mais eficazes.

A terceira variável é o envelhecimento propriamente dito, um fenômeno de extrema complexidade sobre o qual a ciência vem conquistando vitórias relevantes. "Embora o caminho para desacelerar ao máximo a degenerescência celular seja longo, hoje sabemos que ele é possível", diz o biogerontologista americano Stuart Jay Olshansky, pesquisador da Universidade de Illinois.

Uma das mais promissoras frentes de pesquisa é a das particularidades que tornam certos indivíduos mais longevos do que outros. A expectativa é que tais trabalhos levem à identificação de substâncias que interajam positivamente com os genes relacionados ao envelhecimento. Cobaias não faltam. A população mundial daqueles que superam um século de existência aumentou drasticamente.

Há centenários de três tipos. O primeiro grupo é o dos "sortudos". Com bom acesso à informação e a centros médicos de qualidade, eles conseguem prevenir as doenças próprias da velhice e recuperar-se delas mais rapidamente. O segundo grupo é o dos "adiadores". Eles até padecem dos males típicos do envelhecimento, mas bem mais tarde do que a média da população não centenária. Com a saúde intacta por mais tempo, seu organismo naturalmente dura mais. Os centenários que mais interessam aos pesquisadores, no entanto, são os "dribladores" – aquelas pessoas cujo organismo consegue evitar as doenças da idade e conservar perfeitamente as funções vitais até o derradeiro instante. Eles não só superam em muito a esperança média de vida, como vivem seus anos finais com mais saúde do que os outros centenários. Entre os "dribladores", principalmente, a longevidade é uma questão de herança genética. A probabilidade de o filho de um "driblador" alcançar a velhice com a robustez de seu pai é até dezessete vezes a da média da população.

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