É possível emagrecer e continuar comendo o que gosta
Quando Carla Heitling, 38 anos, designer de bijuterias, Rio Pardo, RS ouviu seu pai dizer "temos que levá-la ao médico senão ela vai explodir." Foi que a ficha caiu. “Eu estava com 122 kg apertados no meu 1,65 m. Percebi que não era mais a princezinha do meu pai e decidi então emagrecer de uma vez por todas”
Carla conta de desde criança fui gordinha, assim como sua mãe e avó. “Com 12 anos eu já pesava 68 kg. Preocupada, minha mãe corria comigo ao endocrinologista, ao homeopata e até ao acupunturista. Nada dava certo, pois eu jogava os remédios fora e comia besteira escondida”, conta Carla.
“Em conseqüência, meu apelido na escola era... Baleia, claro. Fui uma criança tímida, sem muitos amigos. Ao contrário da minha irmã magra, eu tinha horror a comprar roupas, pois em mim só cabiam peças para senhoras”
A designer chegou aos 122 kg. “Quando meu marido foi morar em outra cidade, prometi a ele que iria emagrecer, mas ele não acreditava que eu teria força de vontade”
Confira as mudanças alimentares que Carla fez "Troquei o queijo cheddar por ricota ou requeijão light e o queijo prato pelo branco. Refrigerante, só um copinho do light por dia. Picolé, só de fruta. E, em vez da cafeína e do refrigerante que me deixavam ainda mais ansiosa, passei a tomar umas quatro xícaras de chá verde por dia. Também me acostumei ao leite desnatado e ao frango no lugar da carne vermelha. E, se antes eu beliscava o dia inteiro, sem almoçar nem jantar, depois passei a fazer cinco refeições por dia nos mesmos horários. A única coisa de que não abri mão na minha dieta foi do sanduíche. A diferença é que passei a comer um sanduba light por dia, na hora do jantar, em vez de me entupir de pão o dia inteiro. "
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