Os responsáveis pela fraude envolvendo as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que foram furtadas e oferecidas para uma repórter do jornal “O Estado de São Paulo” em troca de R$ 500 mil, já haviam procurado o curso pré-vestibular CPV na capital paulista, segundo reportagem da “Folha de São Paulo”.
O diretor de comunicação do cursinho, Alexandre Chumer, contou que a oferta pelo exame fraudado havia sido feita cinco dias antes (dia 28 de setembro) por R$ 200 mil, segundo a “Folha”.
O contato foi feito por um representante de vendas da editora do grupo CPV e, após recusa da primeira oferta, por R$ 200 mil, o vendedor da prova baixou o preço para R$ 50 mil e recebeu novamente uma resposta negativa, explicou Chumer ao jornal.