Trio de atletas foi afastado do elenco depois de pegar noitada em São Paulo
Gazeta Press
O Atlético-MG confirmou, na tarde desta segunda-feira, o desligamento dos laterais Calisto e Mariano, além do meia-atacante Lenílson. Os três foram acusados de fugirem da concentração, em São Paulo, retornando ao hotel às 5 horas da madrugada na véspera da partida contra o Palmeiras. Na ocasião, a comissão técnica ordenou que os jogadores voltassem a Belo Horizonte, desligando-os do grupo.
Agora, a diretoria anunciou oficialmente que não pretende perdoar nenhum dos atletas envolvidos na polêmica, rescindindo seus contratos. Como o clube está sem presidente, quem comunicou a decisão foi o ex-presidente Afonso Paulino, que vem auxiliando Alexandre Faria na direção de futebol.
Em seu discurso, o cartola mostrou intransigência em relação aos atletas e aos atos cometidos por eles. “Os jogadores cometeram um ato de indisciplina. Desrespeitaram a bandeira maior do Clube Atlético Mineiro, desrespeitaram a sua camisa, o seu conselho e, principalmente, a sua torcida. Nós não podemos admitir isto”, bradou.
Paulino admitiu ainda que há outros jogadores cometendo atos semelhantes de abusos na noite e pretende transformar estes punidos em exemplos. “Você tem uma caixa de maçãs e três estão podres. O que você faz?”, comparou, deixando claro qual a postura que os diretores esperam dos atletas.
O Atlético-MG informou que pretende acionar os ‘baladeiros’ na justiça alegando demissão por justa causa. Assim, o clube teria de arcar apenas com os salários referentes ao período em que eles já trabalharam, sem multas.
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