14/09/2007 - 12:32 (atualizada em 03/09/2008 23:33)
O sonho de ser parte do Cirque du Soleil
Ewerthon Tobace
Formado em Educação Física e mestre em Dança, Alessandro D'Agostini conta que tinha 24 anos quando resolveu fazer aulas de circo. Em 1993, ele viu uma fita do Cirque du Soleil e, naquele momento, descobriu qual seria seu objetivo na vida. "Mas achava que era um sonho distante", conta o artista, que chegou a dar aulas de trapézio no Brasil.
Foi na escola de circo também que ele conheceu Noara Mello, 24, com quem chegou a ser casado depois. Os dois, que hoje são amigos, fizeram o teste juntos, mas somente Alessandro foi aprovado. Já em Las Vegas, quando entrou para o elenco de "O", surgiu uma vaga de acrobata. Noara fez novamente os testes e passou. "Foi mais fácil porque eu já estava nos Estados Unidos", conta ela, que vem de uma família do ramo: "Cresci em camarim de circo", conta.
Passados seis anos de dedicação à trupe, Alessandro e Noara afirmam que, até o teste, fazer parte da família do Cirque du Soleil era uma utopia. "Hoje vejo que basta acreditar no próprio potencial, estudar bastante e insistir. O circo não é nenhum objetivo inalcançável. Treinamos e repetimos muito as cenas", explica ele.