17/09/2008 - 08:36 (atualizada em 17/09/2008 08:40)
Especialistas analisam as fórmulas da maquiagem antiidade
Ingredientes eficientes nos cremes nem sempre funcionam nos produtos do make
Da Redação
Nas prateleiras, a maquiagem que assume benefícios anti-sinais ganha cada vez mais adeptas e se propaga no catálogo das diferentes marcas da indústria dos cosméticos. Os produtos prometem desde a proteção solar contra os raios solares nocivos até a prevenção de rugas e lifting imediato da pele.
A pedido de VEJA, um grupo de dermatologistas avaliou sete das principais funções incluídas nas fórmulas de bases e batons: combater rugas, diminuir a flacidez facial, rejuvenescer a pele, hidratar, prevenir o envelhecimento, ter proteção solar e aumentar o volume dos lábios.
Eles concluíram que, muitas vezes, as substâncias em questão são eficientes em cremes – mas perdem parte da eficácia na maquiagem, já que, nela, aparecem em concentrações menores. Em outras vezes, funcionam tão bem quanto um cosmético comum. Confira aqui a análise feita com sete produtos à venda no mercado.
Como as maquiagens evoluíram nas últimas décadas Base Antes – Composta de ceras e óleos, obstruía os poros. Com pigmentos grandes demais, era difícil de espalhar Hoje – É feita com matérias-primas vegetais, que não agridem a pele e não contêm óleo
Máscara para cílios Antes – Feito com ceras petroquímicas, ressecava os cílios Hoje – As fórmulas incluíram pantenol e vitamina E para evitar a desidratação dos fios
Batom Antes – Constituído de ceras à base de derivados de petróleo e óleo de ristino, causava irritação Hoje – A matéria-prima são as ceras vegetais, que não agridem os lábios. Pigmentos menores garantem maior fixação
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Substâncias dos cremes podem perder eficácia na maquiagem