11/10/2008 - 08:36 (atualizada em 11/10/2008 08:37)
Cinco coisas para não fazer antes de morrer
três livros listam atividades que nunca devem entrar para a lista de uma pessoa
Da Redação
Virou moda nos últimos anos as listas de coisas para se fazer antes de morrer. Tudo começou em 1999, com a publicação do livro "Cem Coisas para Fazer Antes de Morrer", de Dave Freeman e Neil Teplica.
Mas, segundo reportagem publicada no site da revista VEJA, um novo filão aparece no mercado literário: as listas que apontam o contrário, o que não fazer antes de morrer.
Foram lançados recentemente três livros do gênero, "101 Coisas para Não Fazer Antes de Morrer", do americano Robert Harris, "Não Ligo a Mínima – 101 Coisas para Não Fazer Antes de Morrer", do inglês Richard Wilson, e "Cai Fora! 103 Coisas para Não Fazer Antes de Morrer", do inglês Sam Jordison.
Confira cinco dicas desses escritores: Visitar o Taj Mahal Conhecer o mausoléu transformado em declaração póstuma de amor é item obrigatório dos viajantes aventureiros. Atente-se para o fato de que o monumento é cercado de Índia por todos os lados: o rio cheira mal, o calor é insuportável, mendigos imploram por trocados e, acima de tudo, há turistas demais. Todos, sem exceção, tirando fotos que serão versões pioradas das imagens dos cartões-postais e guias de turismo.
Conhecer vinho Algumas pessoas nasceram no terreiro, outras no terroir. É possível, com grande esforço, fazer a transposição de um para o outro. Se não tiver jeito para a coisa, faça como todo mundo e escolha o vinho pelo preço. Saiba que a lei da oferta e da procura funciona: os mais caros são os melhores e os menos caros são os não tão bons.
Aprender outra língua Grego antigo, alemão moderno, mandarim? Quem já fala no mínimo outros três idiomas pode se dispensar da obrigação. A regra só não serve para mulheres solteiras que querem usar o método de aprender italiano, na Itália, usando o universal e comprovado método de namorar um local.
Completar uma maratona Não basta caminhar na esteira, correr no parque, gastar o calçadão? Para os obcecados por saúde, quem nunca correu 42 quilômetros, como o soldado grego Feidípedes (que morreu depois de completar o trajeto entre Maratona e Atenas), é um sedentário comedor de pipoca na frente da televisão. Se der muita vontade, deite e espere passar.
Pular de pára-quedas Ou fazer bungee jumping. Ou, radicalismo dos radicalismos, praticar o "zorbing", assustadora modalidade em que o praticante é colocado em uma bola gigante, muitas vezes cheia de água, que rola morro abaixo.