Esportes

Álbum de fotos - Retrospectiva 2008: as 10 maiores performances

Jefferson Bernardes/AFP

Alex, meia do Internacional – Jogar no estádio La Bombonera, contra o Boca Juniors, não é nada fácil. Dar show ainda? Quase impossível de se imaginar. Pois foi o que o habilidoso atleta do Inter fez na partida de ida das quartas-de-final da Copa Sul-Americana. Com direito a drible por entre as pernas dos rivais e dois gols na vitória por 2 a 1, essencial para o avanço na competição e a conquista do troféu

Jonathan Ferrey/Getty Images

Clay Stanley, vôlei dos EUA – O time norte-americano que desbancou a toda poderosa seleção de Bernardinho nas Olimpíadas é famoso por não ter um destaque individual e apresentar um jogo coletivo bem eficiente. Mas uma vitória na decisão contra o Brasil não seria possível sem a potência dos saques e ataques do fundo de Stanley, que dizimou a defesa brasileira. Líder do torneio nesses dois fundamentos, ele foi eleito o melhor jogador do campeonato.

Alex Livesey/Getty Images

Cristiano Ronaldo, meia-atacante do Manchester United – O português foi eleito o melhor jogador do ano, e seu rendimento na Liga dos Campeões foi crucial para tanto. Foi o artilheiro do torneio com oito gols e desequilibrou para o Manchester United conquistar o título continental

Jim McIsaac/Getty Images

Eli Manning, quarterback do New York Giants – O jogador saiu das sombras do irmão Peyton (lenda viva do futebol Americano) com um grande desempenho no Super Bowl, comandando o triunfo surpreendente contra o New England Patriots, por 17 a 14. Ele deu dois passes decisivos para touchdowns no quarto período e foi eleito o destaque da partida mais cara do esporte mundial

Getty Images

Jason Lezak, nadador dos EUA - Se Michael Phelps conquistou oito medalhas de ouro nos Jogos de Pequim-2008, ele deve agradecer, e muito, ao compatriota Lezak pelo feito inédito; o velocista protagonizou uma virada histórica na final olímpica do revezamento 4x100 m livre no Cubo d’Água: foi o último do time a cair na piscina e, nos últimos 25 metros, tirou uma desvantagem de quase um corpo para o então recordista mundial Alain Bernard, da França, para bater em primeiro lugar, com um tempo excepcional de 46s06, o mais rápido da história (embora não homologado como recorde)

Kevin C. Cox/Getty Images

Paul Pierce, ala do Boston Celtics – No primeiro jogo das finais da NBA contra os arqui-rivais dos Lakers, o astro dos Celtics primeiro assustou a fanática torcida dos Celtics ao sair de quadra no terceiro quarto, carregado, com uma lesão no joelho; minutos depois, porém, ele retornou dos vestiários e levantou o público no Garden e liderou o time com incríveis e decisivos 15 pontos no período, abrindo caminho para o título; acabou eleito o MVP da decisão

Matthew Stockman/Getty Images

Rafael Nadal, tenista da Espanha – Dominante. Não há outro modo de qualificar a combinação de Nadal, saibro e Roland Garros. O espanhol triturou os adversários para ganhar o tetracampeonato do Grand Slam parisiense. Sem perder nenhum set. Na decisão, sobrou para o suíço Roger Federer, seu freguês nessa superfície: 6-1, 6-3 e 6-0, uma vitória enfática que já o sinalizava como novo líder do ranking de entradas

Divulgação/Vipcomm

São Paulo – Para assegurar o hexacampeonato do Brasileirão, o time do Morumbi cumpriu uma arrancada sufocante na reta final da competição: ficou 18 partidas sem perder, galgou posições aos poucos e conquistou seu terceiro título consecutivo com uma forte defesa e oportunismo no ataque

Clive Mason/Getty Images

Sebastian Vettel, piloto da Alemanha - A revelação da Fórmula 1 surpreendeu ao fazer a pole position e triunfar no Grande Prêmio da Itália, debaixo de incessante chuva para se tornar o mais jovem vencedor de uma corrida da categoria, com precoces 21 anos. Tudo isso com a modesta Toro Rosso, o que o levou à condição de grande promessa do Mundial para os próximos anos

Mark Dadswell/Getty Images

Usain Bolt, corredor jamaicano – O velocista já havia entrado para a história com uma vitória assustadoramente fácil nos 100 m rasos em Pequim, mas não se deu por satisfeito. O atleta ainda foi o mais veloz na final dos 200 m rasos. O que, claro, também não era suficiente: ele ainda levou ouro com recorde mundial na prova, superando marca do norte-americano Michael Johnson (19s30 contra 19s32)

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