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A organização poderia melhorar, mas a oportunidade cultural é única

Voluntários estavam entro os primeiros a chegar no estádio todos os dias - Foto: Thatiane Faria

Voluntários estavam entre os primeiros a chegar no estádio todos os dias - Foto: Thatiane Faria

Uma das situações que eu mais aproveitei durante a Copa foram as conversas informais entre nós voluntários e todos que estavam trabalhando no estádio ou em alguma área relacionada ao evento. Posso dar uma ideia dos problemas e do que poderia ter sido melhor por aqui na África do Sul fazendo um resumo do que me falaram.

Antes de tudo, percebemos a dificuldade na administração da grande quantidade de voluntários e a determinação da tarefa de cada um. Assinar a entrada e saída dos dias de trabalho (como se fosse “bater o ponto”) já era um teste de paciência. Imagine centenas de voluntários tendo que entrar na fila mais ou menos na mesma hora para assinar, pegar os vouchers de alimentação e as bebidas as quais tínhamos direito. Era quase sempre uma confusão. Uma divisão das listas entre os líderes dos grupos poderia ter facilitado pelo menos isso.

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Segundo ponto: a dificuldade para comer. Em Cape Town, ou você ia muito bem alimentado e levava algum lanchinho na bolsa para poder se manter durante as horas de trabalho, ou você acabava tendo que enfrentar uma longa fila e caos dentro do Mc Donald’s, lanchonete mais próxima e onde valia nossos vouchers. Mais uma vez, como todos iam ao mesmo tempo, era o próximo teste de paciência a encarar.

Já as dificuldades no trabalho específico de cada área eram diferentes. Na parte de assistência ao público, posso dizer que se uma reunião era marcada às 13h, só iria ocorrer às 14h30. Os atrasos eram frequentes e a falta de informações também. Além disso, todos os dias surgiam novas regras, isso sem contar que algumas mudavam durante o dia de jogo.

Acho normal ter que adaptar alguns pontos, afinal sempre surgem novidades, os torcedores inventam alguma bandeira diferente, fantasias duvidosas, utensílios que podem ser perigosos, entre outras situações inéditas que realmente requerem novas soluções. No entanto, além da polícia, quem encarava o público de frente nas horas boas e ruins eram os voluntários, portanto era necessário que todas as dúvidas fossem resolvidas, e as regras fossem bastante claras, para não ter confusão na hora H.

A comunicação entre os estádios de diferentes cidades também poderia ter sido melhor, assim não escutaríamos tantos “Lá em Port Elizabeth eu entrei com essa bandeira” ou “No Soccer City eles permitem guarda-chuvas”. Todos deveriam ter um rigor igual ou bem parecido.

Imagino que a Fifa tenha tido um belo trabalho em escolher, convocar e treinar voluntários, sendo que muitos se inscreveram por motivos que definitivamente não eram trabalhar, o que acabou dando dores de cabeça aos nossos coordenadores. No entanto, eles também tinham nas mãos pessoas que estavam ali pela alegria de ajudar o evento a ser maravilhoso, que queriam aprender, conhecer pessoas, que estavam dispostas a dar o melhor de si. Todo esse potencial poderia ter sido muito melhor aproveitado.

No fim das contas, paciência foi o maior desafio para todos nós, de acordo com os voluntários com quem eu conversei na nossa última reunião. E, apesar disso, todos saíram felizes e satisfeitos de terem feito um bom trabalho, terem colaborado e feito parte da história nesta Copa. Fora as novas amizades e troca de cultura entre todos.

Conhecemos pessoas de todos os continentes, países ricos, pobres, conservadores, tropicais, passando por crises ou guerras. O Mundial, que teve como mote o respeito à diversidade, principalmente após o país ter enfrentado o apartheid, movimento separatista que dividiu brancos e negros por aqui, conseguiu reunir gente de todos os lugares, cores e escolhas. Essa, na minha opinião, foi a maior contribuição nossa com a Fifa e com todos nós mesmos.

Espero que essa oportunidade possa chegar a quem tiver interesse nas próximas Copas. Realmente vale a pena.

Missão cumprida para voluntários de Cape Town

Agradecimentos e certificados no fechamento da jornada de trabalho em Cape Town

Agradecimentos e certificados no fechamento da jornada de trabalho em Cape Town

Com o fim dos jogos em Cape Town, e agora só mais dois para terminar a Copa do Mundo de 2010, o trabalho dos voluntários daqui da cidade chegou ao fim. Alguns poucos ainda têm últimas tarefas a realizar, mas na quinta-feira (8) fizemos o fechamento da nossa jornada neste Mundial. Foi marcada uma reunião para receber certificados, trocar experiências e contatos. Além disso recebemos agradecimento por parte de funcionários da Fifa, o que foi bem bacana após tanto trabalho de dedicação da maioria dos voluntários.

Segundo a chefe de segurança do estádio de Cape Town, o local recebeu sete partidas, foi palco do maior número de gols até agora, 22 no total, e também se consagrou como um dos que teve maior número de torcedores proporcionalmente à capacidade. Quatro jogos estavam totalmente lotados, com pouco menos de 65 mil pessoas, e os outros três deixaram cerca de mil lugares vazios. “Espero que o placar na final da Copa seja de apenas 1 a 0″, brincou ela ao lembrar que o segundo colocado em número de gols, 20 em sete jogos, é o Soccer City, na cidade de Johanesburgo, onde ocorrerá a partida entre Holanda e Espanha no domingo (11).

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Durante os agradecimentos, a área em que trabalhei, “spectator services” (algo como auxílio ao público), foi uma das mais lembradas por ter enfrentado problemas e dúvidas em todos os jogos. Foram dúvidas relacionadas e confusões relacionadas à segurança, itens proibidos, tamanho de bandeiras, torcedores exaltados, entre outras questões. Além disso, tivemos que encarar um dia de grande tensão, 14 de junho, quando os seguranças do estádio resolveram entrar em greve uma hora antes de abrirmos os portões do jogo entre Itália e Paraguai.

O importante é que os jogos ocorreram normalmente. E tudo isso foi possível devido à colaboração da polícia, dos funcionários da Fifa e do grupo todo de voluntários, cada um fazendo sua parte, sendo em comunicação, logística, administração, tecnologia, marketing e todas as outras áreas. Devo dizer: parabéns a todos os que aguentaram até o fim, já que vários desistiram no meio do caminho.

Infelizmente, entre alegrias, estatísticas e agradecimentos, tivemos notícias tristes. Voluntários de Johanesburgo sofreram um acidente e acabaram morrendo. Um outro, daqui de Cape Town, também envolvido em acidente, está na UTI do hospital. Silêncio total entre nós quando a informação foi divulgada pela chefe dos voluntários. Sem dúvida alguma a pior parte da Copa até agora.

Deixando a parte ruim para trás, apesar de estar quase no fim, o Mundial tem mais dois jogos pela frente, torcedores do mundo todo ainda estão em Cape Town, mesmo que em um número muito inferior em relação a alguns dias atrás, e ainda vai ter muita festa por aqui.

“Super Size Me” na Copa

Voluntários fazem fila no Mc Donald's ao lado do estádio; há um menu especial para dias de jogo - Foto: Thatiane Faria

Voluntários fazem fila no Mc Donald's ao lado do estádio; há um menu especial para dias de jogo - Foto: Thatiane Faria

Quando eu voltar para o Brasil tenho uma certeza, passarei longe de Mc Donald’s por um bom tempo. Em um momento “Dieta Nunca Mais“, vou falar das refeições durante os dias de trabalho. Basicamente, elas se resumem ao que é vendido nesta loja de fast food ao lado do estádio de Cape Town.

Todos os dias recebemos um “voucher” no valor de 60 Rands (ou cerca de R$ 15) para comer no Mc Donald’s. Com esta quantia é possível comprar duas promoções de sanduíche, batata frita e refrigerante pequenos, bastante comida. Mas, já que eu não como carne, peço sempre sorvete, batata e alguma bebida. Isso para ficar 12 horas em pé trabalhando (muito contente, apesar de qualquer coisa).

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Se considerarmos somente as calorias, não tem tanto problema assim, afinal devo gastar todas enquanto subo e desço escadas pelo estádio. Mas fico pensando na gordura, colesterol e outros itens nutricionais.

De acordo com a tabela do Mc Donald’s, uma batata pequena tem 206 calorias e a quantidade de gorduras corresponde a 20% do total recomendado a um adulto por dia. Já um sorvete com biscoito, além das 550 calorias, tem 26% das gorduras que precisamos diariamente. Outro dia, quando entrei na fila para fazer meu pedido, me senti como Morgan Spurlock, que produziu aquele documentário “Super Size Me”, no qual ele come na rede de fast food por 30 dias.

No entanto, algo que tem sido bem útil é o outro “voucher” também de 60 Rands, que recebemos todos os dias de trabalho, para fazer compras em um mercado super famoso daqui. É lá que tento escapar das frituras e guloseimas. Mas não é possível ir enquanto estou no estádio. Compro frutas e verduras para deixar em casa mesmo.

Pelo menos ainda não tive nenhum problema maior com saúde como outros voluntários da cidade de Nelspruit. De acordo com uma reportagem divulgada no jornal Weekend Argus, 90 deles tiveram intoxicação alimentar após tomarem um café-da-manhã no estádio local. Eles tiveram náusea e diarréia e foram levados ao hospital. Ainda segundo informações do jornal, uma investigação já foi aberta para determinar as razões do problema.

Mais trabalho e menos rigor após greve de seguranças dos estádios

Seguranças protestam em frente ao estádio Ellis Park onde o Brasil jogou na terça - Foto: Reuters

Seguranças protestam em frente ao estádio Ellis Park onde o Brasil jogou na terça - Foto: Reuters

No meu último post, falei da importância dos seguranças e de como eles eram numerosos no estádio. Pois esqueçam isso agora, tudo mudou. Desde segunda-feira (14), os seguranças da empresa terceirizada contratada pela Fifa para trabalharem nos jogos da Copa, resolveram entrar em greve em diversas cidades por considerarem o pagamento muito baixo.

Segundo eles, o valor recebido foi de 190 Rands (ou cerca de R$ 48) pelo dia de trabalho, que dura, no mínimo, 12 horas.

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O primeiro estádio a ter problemas foi o de Durban. Os jornais do país mostraram um confronto entre os seguranças e a polícia nas ruas da cidade. Depois foi a vez de Cape Town. Ainda na segunda-feira, por volta de uma hora antes dos portões abrirem ao público do jogo entre Itália e Paraguai, os milhares de funcionários resolveram que não iriam trabalhar para receber aquele valor, que eu sinceramente não sei por quem foi definido.

 Nós, voluntários, e os outros funcionários da Fifa nos redobramos para conseguir fazer uma pequena parte do serviço deles e a polícia da cidade foi chamada para fazer a outra parte. Deu tudo certo, ainda bem! Mas o trabalho foi bem mais corrido do que no jogo anterior. E claro, não conseguimos ser tão rigorosos com as regras como deveríamos ser, já que não era possível cuidar o tempo todo dos mais de 60 mil torcedores.

 O lado bom foi que neste dia a Fifa realizou um treinamento básico com os voluntários sobre o que fazer e do que deveríamos cuidar. Esta parte foi muito produtiva, já que para o jogo França e Uruguai tudo foi feito meio às pressas. A polícia cuidou da segurança do estádio e também nos deu assistência para o que precisássemos. Acho que muitos torcedores nem perceberam o que estava acontecendo. Menos mal.

Eles já tiveram que sair num dia frio e chuvoso para assistir à partida de futebol sem poder levar guarda-chuva, que é item proibido dentro do estádio. Só o que faltava era terem que enfrentar mais algum problema.

No jogo do Brasil de ontem, os seguranças também não estavam presentes, mas esta situação merece um texto exclusivo sobre a total desorganização e desrespeito aos torcedores. Aos funcionários que ficaram, seja em qualquer um dos estádios, e tentaram fazer o máximo para que tudo saísse direitinho, eu só posso agradecer e dizer parabéns por encarar este desafio.

Não posso julgar os seguranças por quererem um pagamento melhor, mas a Copa tem que acontecer, após tanto tempo, trabalho, dinheiro, pessoas, torcedores, jogadores, seleções envolvidos no maior evento esportivo do mundo.

(Texto: Thatiane Faria)

Confusão das garrafas no estádio

Foto: Reuters

Foto: Reuters

A orientação que nós voluntários recebemos dos seguranças do estádio de Cape Town foi clara: garrafas só podem circular abertas e as tampas devem ser recolhidas. Tudo bem, até aí, muito fácil. Mas ninguém especificou nada sobre o material delas.

Pelo bom senso, já imaginava que seria um equívoco permitir a entrada de garrafas de vidro, até ver o primeiro torcedor com uma cerveja Budweiser na mão, a única vendida no local. Ela era muito, mas muito parecida com uma daquelas long necks de vidro. Veio a primeira dúvida: “oras, que maluquice permitir isto aqui dentro. Qualquer briga pode virar uma tragédia”. Mas tudo bem, segui o meu trabalho.

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Eis que um outro voluntário também me perguntou se eu havia visto as garrafas de cervejas. Ele tinha a mesma preocupação que eu, a segurança. Depois que vi alguém pisando sem querer em uma destas long necks, e amassando o produto, percebi que eu tinha sido muito ingênua em achar que a garrafa poderia ser de vidro. Mas tudo bem, não fui a única. Depois, conversando com outras pessoas que foram ao estádio ou que viram pela televisão os jogos da Copa, descobri que muitos também acharam que era vidro.

Fui pegar uma na mão para comprovar e, apesar da aparência idêntica, a garrafinha era mesmo de plástico. Achei o máximo.

O fato de elas precisarem estar sempre sem tampa também tem um motivo. Um dos voluntários esclareceu que quando a garrafa é atirada cheia em outra pessoa ou no campo quando estiver fechada, o impacto é muito maior e o estrago também. Já se ela estiver aberta, o líquido cai durante o trajeto e a força com que ela chega (seja lá onde for) é muito menor.

Posso até estar muito confiante, mas a segurança dentro do estádio parece bem eficiente. E são muitos deles. Melhor não fazer besteira.

(Texto: Thatiane Faria)

Final de semana de folga após longa jornada voluntária

Foto: Thatiane Faria

Foto: Thatiane Faria

Não sei se todos têm ideia de quanto trabalho dá para fazer um evento. Os convidados chegam, tudo está pronto, pessoas à disposição para atendê-los, servi-los e fazer com que tudo aconteça da melhor forma possível.

 

Fora todo o tempo, dinheiro investido e pessoas envolvidas nos preparativos para a Copa, como obras nas cidades e nos estádios, planejamento técnico, logístico, entre outras mil coisas que são necessárias para fazer acontecer cada um dos jogos, também é preciso uma preparação bem antes do horário de cada partida para que tudo seja perfeito.

 

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Os voluntários convocados pela Fifa para ajudarem neste processo são apenas uma pequena parte disso, e mesmo assim consegui ver de perto a canseira que é. No jogo França e Uruguai, trabalhei ajudando o público na porta do estádio de Cape Town, e depois lá dentro, durante a partida e a saída. Apenas para essa tarefa, que parece simples, chegamos seis horas antes do jogo começar e só fomos embora duas horas depois do final.

 

Eram cerca de 300 voluntários do mundo todo só na minha área, cuidando para que as quase 70 mil pessoas no estádio conseguissem achar tudo o que procuravam: seus lugares, banheiros, lojas, gente perdida, ingressos, entre outras coisas. Interagimos com trabalhadores de outras funções, incluindo seguranças, essenciais para que todo o trabalho funcionasse perfeitamente, já que um ou outro torcedor sempre acaba fazendo uma certa bagunça.

 

Sim, foi cansativo. Mas e daí? Pude presenciar a alegria daquelas pessoas que entravam com suas fantasias, uma mais criativa que a outra. Mesmo com o frio, alguns tiraram as camisas e pintaram os corpos com as cores do país e entravam como se estivessem em pleno verão. As vuvuzelas soaram durante todo o jogo, mas não foi tão barulhento quanto eu pensava. Pelo menos não nesta partida que terminou sem gols.

 

Bom, o que importa é que deu tudo certo, não me lembro de ter ocorrido qualquer grande problema. Vi um homem chutando o amigo de brincadeira e este derrubando a cerveja em um menininho, mas estavam todos tão entretidos com o jogo que nem perceberam.

 

Apesar de uns primeiros dias um pouco desorganizados na administração e orientação dos voluntários, além da reclamação de que alguns de nós não estavam trabalhando muito, na hora H tudo deu certo. O pessoal não demorou muito a esvaziar o estádio, fizemos mais uma breve reunião para combinar que na segunda-feira (14), dia do próximo jogo no estádio de Cape Town, estaremos lá ainda mais cedo para nos prepararmos melhor e tentarmos nos organizar melhor e proporcionar um serviço de qualidade para este público tão bacana que estamos recebendo.

 

Até lá, vou descansar um pouquinho.

 

(Texto: Thatiane Faria)

Depois de tanta ansiedade, é hoje

Voluntários se reúnem no Green Point para orintações finais - Foto: Thatiane Faria

Voluntários se reúnem no Green Point para orintações finais - Foto: Thatiane Faria

É hoje a primeira partida da Copa do Mundo de Futebol de 2010. África do Sul e México vão ter a honra de abrir mais uma edição do evento que comove milhões de pessoas de todos os continentes. Infelizmente, o maior ídolo do país, ex-presidente e Prêmio Nobel da Paz, Nelson Mandela, não participará da cerimônia antes do jogo devido à morte de sua bisneta, Zenani.

Motivo bem justo para a ausência dele, que já é um senhor com a saúde vulnerável, e mesmo assim tinha confirmado presença.

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No entanto, como já está planejado há muito tempo, a estreia do evento vai acontecer. Não estarei lá, mas vou para o estádio de Cape Town, o Green Point, deixar tudo arrumadinho e pronto para a primeira partida daqui da cidade: França e Uruguai. Durante o trabalho, que começa já às 14h do horário local (9h de Brasília), tentarei ver a cerimônia antes da partida de abertura e, claro, o jogo do Bafana Bafana.

Ontem fui ao estádio já aprender qual será minha função e posição como voluntária, mas é hoje que começa de verdade a minha função. Estarei na porta, fiscalizando e ajudando todos que entrarem. Depois, dentro do estádio, sempre de olho em quem precisar de assistência ou fizer alguma bobagem.

Estou super ansiosa, depois conto a experiência. Bom início de Copa para todos.

(Texto: Thatiane Faria)