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Vieira, ex-seleção francesa, exibe troféu da Copa do Mundo

Foto: AP

Foto: AP

Após a apresentação, o francês Patrick Vieira, ex-jogador da seleção francesa, é convidado para subir ao palco e exibir o troféu da Copa do Mundo. Ele fez parte do elenco campeão mundial em 1998, em que a França levou o título ao derrotar o Brasil por 3 a 0 na decisão. Vieira também foi vice-campeão mundial em 2006, mas não foi convocado por Raymond Domenech para o Mundial de 2010.

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Personagens que podem entrar para história das Copas em 2010

24, março, 2010 127 comentários

Em todas as Copas do Mundo, recordes são colocados à prova. E em 2010, com grandes jogadores por todos os lados, a possibilidade de marcas batidas aumenta. Por isso, o Abril.com lembrou de alguns personagens que podem alcançar feitos históricos na Copa de 2010. Se eles não conquistarem a taça, que é o mais importante, na África do Sul, podem ao menos voltar para casa com o nome ligado à história para sempre.

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Klose (Alemanha)
O centroavante alemão é um dos grandes
artilheiros da história da Copa do Mundo. E se mantiver a média, no
mínimo alcançará Ronaldo, o maior de todos. Klose tem até agora 10 gols
em Mundiais -5 em 2002 e mais 5 em 2006. Para superar o “Fenômeno”, ele
terá de marcar seis vezes no torneio na África do Sul. Outro marca que
pode ser batida por Klose é a de ser o primeiro jogador com dois
títulos de artilheiro em Copas do Mundo. Mas para isso, ele terá de
superar a forte concorrência no ataque alemão, que ainda conta com
Mario Gomez, Cacau e Podolski, entre outros.

Cannavaro (Itália)
O zagueiro será um dos veteranos de destaque na
Copa de 2010. E em uma seleção como a da Itália, tem tudo para ser
campeão. Se isso acontecer, Cannavaro, que foi eleito o melhor jogador
do mundo há quatro anos em votação organizada pela Fifa, será o
primeiro jogador da história a erguer a taça da Copa do Mundo em duas
oportunidades. Ele já fez isso em 2006, quando a “Azzurra” superou a
França na decisão da Copa da Alemanha em uma disputa por pênaltis.

Fabio Capello (Inglaterra)
O treinador italiano pode entrar em uma relação
de gringos ilustres em Copas do Mundo. Até hoje, nenhuma seleção se
sagrou campeã com um comandante estrangeiro. E Capello, que fez sucesso
em clubes como Milan, Real Madrid e Juventus, pode alcançar esse feito
pela Inglaterra. Ele foi escolhido para o cargo exatamente pelo seu
sucesso na carreira. E os ingleses estão entre os favoritos ao titulo
por contar com um centroavante do nível de Wayne Rooney e jogadores do
talento de Gerrard e Lampard.

Carlos Alberto Parreira (África do Sul)
Se continuar no comando da África do Sul até a
Copa, o brasileiro se tornará o treinador de que mais Copas participou.
Em 2010, será a sexta. A trajetória dele começou em 1982, pelo Kuwait,
e continuou oito anos mais tarde, pelos Emirados Árabes Unidos. Em
1994, veio o único título, conquistado pelo Brasil. Posteriormente,
dirigiu a Arábia Saudita, em 1998, e outra vez o Brasil, em 2006.
Atualmente, Parreira divide esse título com Bora Milutinovic, que
comandou cinco seleções diferentes em Mundiais: México (1986), Costa
Rica (1990), Estados Unidos (1994), Nigéria (1998) e China (2002).

Dunga (Brasil)
O técnico da seleção brasileira é o único da
delegação verde-amarela que pode alcançar um grande feito. Se for
campeão, será a terceira pessoa no mundo a conquistar o título mundial
como jogador e como treinador. Até hoje, isso só aconteceu com Zagallo
(1958 e 62 como jogador e 70 como técnico), pelo Brasil, e com
Beckenbauer (1974 como jogador e 1990 como técnico), pela Alemanha. E
assim como Beckenbauer, seria o único a conquistar o título como
treinador e como capitão da equipe, já que foi o responsável por
levantar a taça no Mundial de 1994.

Maradona (Argentina)
O polêmico treinador da seleção argentina se
encaixa no mesmo perfil de Dunga. Ele pode se juntar a Zagallo e
Beckenbauer como os únicos campeões como jogador e técnico. E da mesma
forma que Dunga, Maradona também seria o primeiro campeão como capitão
e jogador. O astro argentino foi quem levantou a taça no segundo título
de seu país, conquistado em 1986, no México. Nesse torneio, ele,
inclusive, foi o grande destaque ao marcar um gol de placar e ser
decisivo em todas as partidas disputadas por Carlos Bilardo.

Marcelo Lippi (Itália)
O italiano foi um dos grandes responsáveis pelo
surpreendente título da Itália em 2006. E se repetir o feito na África
do Sul, se tornará o segundo técnico a conquistar dois títulos,
repetindo o feito de seu compatriota Vittorio Pozzo, campeão em 1934 e
38. Treinador de sucesso pela Juventus, Lippi comandou a “Azzurra”, com
um estilo de jogo fechado e baseado em contra-ataques, ao título de
2006 deslanchando apenas na reta final. Depois de ganhar da anfitriã
Alemanha por 2 a 0 nas semifinaisl, superou a França na decisão na
disputa por pênaltis.

Vieira (França)
O volante francês não vem fazendo parte dos
planos do técnico Raymond Domenech. No entanto, o jogador ainda não foi
descartado para a Copa do Mundo de 2010. Se for convocado e levar seu
país à decisão, terá seu nome ligado à história ao igualar feito do
brasileiro Cafu, o único até hoje a disputar três finais de Copa do
Mundo. Vieira entrou no segundo tempo da vitória da França sobre o
Brasil na final de 1998 e foi titular da equipe que perdeu da Itália há
quatro anos. No entanto, precisa render acima do esperado no Manchester
City para convencer Domenech de que pode ser importante para os “Bleus”.

Técnico da França elogia Ben Arfa e não fecha porta para Vieira

28, fevereiro, 2010 325 comentários


(Foto: Getty Images)

Apesar de ter deixado o volante Patrick Vieira, do Manchester City, fora da lista dos jogadores relacionados para o amistoso contra a Espanha, na próxima quarta-feira, em Saint-Denis, o sonho de disputar a Copa do Mundo ainda não acabou para o ex-capitão dos Bleus. Palavra de Raymond Domenech.

“Eu conversei com ele e, de comum acordo, o Vieira sentiu que ainda não estava com totais condições. Ele deve ter uma sequência maior de jogos para voltar a ficar pronto. Deixa ele continuar atuando sem maiores preocupações”, avisou o treinador, lembrando que o volante trocou a Inter de Milão pelo Manchester City recentemente.

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Se Vieira ainda é uma incerteza na lista dos atletas que irão à África do Sul, o mesmo não se pode dizer do meia Hatem Ben Arfa, destaque do Marseille no atual Campeonato Francês e comparado anteriormente por Domenech com Cristiano Ronaldo.

“Hatem tem muito talento e sua aparição na lista parece lógica para mim, mas é importante frisar que o que vale é o trabalho de uma equipe inteira e o entrosamento do grupo. Não venceremos nada apenas com um atleta”, concluiu. (Fonte: Gazeta Press)

Ronaldinho puxa a fila de craques esquecidos no páreo pela Copa

4, fevereiro, 2010 105 comentários

Definitivamente o meia-atacante Ronaldinho Gaúcho ressurgiu para o futebol. Quando parecia que estava em um plano abaixo dos grandes craques do futebol mundial, ele voltou a despontar no Milan. Com gols e boas atuações, voltou a ter sua convocação para a seleção brasileira cogitada, mesmo sendo rejeitado pelo técnico Dunga durante os últimos tempos. E tudo isso em um momento decisivo, já que a Copa do Mundo começa em pouco mais de quatro meses.

Mas Ronaldinho não é o único craque esquecido que voltou a brigar por vaga no Mundial da África do Sul. Veja quem são os jogadores que ainda prometem muita dor de cabeça a seus treinadores. E para você, dos jogadores que estão esquecidos por seus treinadores, quem ainda pode beliscar uma vaga na Copa?


Ronaldinho Gaúcho (Brasil)
O atacante do Milan não atua pela seleção brasileira desde fevereiro de 2009, quando a equipe de Dunga venceu um amistoso contra a Itália. De lá para cá, ele foi esquecido na melhor fase do time, que teve a arrancada das eliminatórias para a classificação para a Copa do Mundo com três rodadas de antecedência e o título da Copa das Confederações. Mas pelo que vem jogando e pelos gols que vem marcando, voltou, indiscutivelmente, a merecer um lugar entre os 23 selecionáveis.

Beckham (Inglaterra)
O meio-campista do Milan nunca foi uma unanimidade na nova gestão da seleção inglesa. Com o italiano Fabio Capello no comando, o jogador teve altos e baixos e nunca foi uma figura certa nas convocações. Mas também nunca foi descartado, tanto é que foi chamado para enfrentar o Brasil em um amistoso e não o disputou por ter compromisso com o Los Angeles Galaxy. Para reforçar suas chances de disputar a Copa, como havia sugerido Capello, trocou os EUA pelo Milan, onde vem fazendo bons jogos que lhe deixam como favorito à lista final dos ingleses.

Totti (Itália)
O atacante da Roma abandonou a seleção depois do título mundial de 2006. Ficou esquecido na Roma em meio a atuações irregulares e a seguidas contusões. Mas parece que a proximidade da Copa do Mundo ligou um alerta no jogador, de 33 anos de idade. Ele teria até consultado o técnico Marcelo Lippi para saber se tem condições de defender a Itália. E, convenhamos, um atacante de habilidade e e boa finalização, como Totti, é tudo o que há de mais escasso no futebol italiano.

Vieira (França)
O volante do Manchester City já foi um dos grandes nomes do meio-de-campo da seleção francesa no início dos Anos 2000. Mas desde que deixou a Juventus, não tem mais se destacado. Não é convocado desde setembro de 2007 para jogos oficiais e, para mudar essa situação, até trocou de clube. No início deste ano, deixou a Inter de Milão e foi para o Manchester City, onde terá mais chances de atuar como titular. E o técnico Raymond Domenech aprovou a transferência, deixando as portas da seleção abertas para o retorno do veterano, de 33 anos de idade.

Van Nistelrooy (Holanda)
O atacante é mais um caso de jogador que abandonou a seleção e agora se arrepende. Ele disse que não vestiria mais a camisa laranja após a Eurocopa de 2008, mas voltou atrás em setembro do ano passado ao dizer que lutaria pela convocação. Ele nunca foi um dos nomes preferidos do técnico Bert van Marwijk, mas espera marcar presença após a troca de clubes que fez. Como não teria chance de jogar pelo Real Madrid e mostrar seu futebol, acertou sua transferência para o Hamburgo.

Cambiasso (Argentina)
O volante é um dos pilares da Internazionale de Milão, atual tetracampeã italiana. O jogador é conhecido pela força na marcação, mas também pela habilidade na condução da bola ao ataque. Na Copa de 2006, ganhou notoriedade após marcar um golaço contra a Sérvia em uma jogada no verdadeiro estilo “toco y me voy” da Argentina. Cambiasso não foi chamado por Maradona em nenhum jogo das eliminatórias e só acabou lembrado no amistoso contra a Espanha, que fechou a temporada 2009, tornando-se um nome forte para compor o meio-de-campo da equipe no Mundial.

Roque Santa Cruz (Paraguai)
O atacante não é bem um caso de um jogador esquecido. As constantes lesões o afastaram da seleção, tanto que não foi convocado para nenhum jogo das eliminatórias no ano passado. Neste ano, já sofreu uma contusão que preocupa o técnico do Manchester City. Sem dúvida, não tem lugar cativo na seleção, mas diante do drama que Cabañas, o principal centroavante paraguaio, atravessa após ser baleado na cabeça, Santa Cruz terá de ficar de sobreaviso, pois é um jogador que une experiência e faro de goleador.

Luca Toni (Itália)
o centroavante grandalhão despontou na Fiorentina e logo se transferiu para o Bayern de Munique. Marcelo Lippi, então, não pensou duas vezes para convocá-lo para a Copa do Mundo de 2006. Não foi um goleador, mas deu para o gasto na conquista do tetracampeonato. Agora, parece que está totalmente fora dos planos, mas ainda é uma figura presente na cabeça de qualquer técnico, principalmente porque a Itália não conta com “homens-gol” de primeira linha -o melhor deles é Gilardino. Para convencer Lippi e ganhar mais ritmo de jogo, trocou o Bayern pela Roma.