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Cumprimentar Parreira teria sido hipocrisia, diz Domenech

Parreira recebe um "não" de Domenech - foto: Reuters

Parreira recebe um "não" de Domenech - foto: Reuters

Comandante da seleção francesa eliminada ainda na primeira fase da Copa do Mundo, Raymond Domenech explicou ao Parlamento francês o porquê de não ter aceitado o cumprimento do treinador brasileiro Carlos Alberto Parreira após a derrota para a equipe anfitriã África do Sul.

A cena entre os dois comandantes aconteceu na terceira e última partida da primeira fase do Mundial, há duas semanas. Depois de orientar a África do Sul na vitória por 2 a 1 sobre a França, Parreira caminhou em direção a Domenech para cumprimentá-lo, mas teve a saudação recusada.

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“Eu teria sido hipócrita, como todos os que se insultam e continuam sentando-se na mesma mesa para comer. Talvez a minha reação não tenha sido muito elegante, mas eu defendi um dos meus valores, os meus e os da seleção francesa”, disse Domeneceh aos políticos, na quarta-feira passada.

Segundo o treinador, Parreira teria condenado a classificação da França para a Copa do Mundo por conta do gol irregular do atacante Thierry Henry diante da Irlanda, nas Eliminatórias. “Ele não poderia ter insultado a seleção francesa, ainda mais por ser treinador”, acrescentou Domenech.

O brasileiro, no entanto, disse logo após a partida que não se lembra de ter feito algum comentário desse tipo. “Ao contrário, só fiz elogios à França”, comentou o treinador acerca do desentendimento. (Fonte: Gazeta Press)

Parreira encerra a sua carreira internacional

22, junho, 2010 3 comentários
Foto: Reuters

Foto: Reuters

Carlos Alberto Parreira não quer mais trabalhar fora do Brasil. Após comandar a África do Sul na Copa do Mundo de 2010 (despediu-se com vitória por 2 a 1 sobre a França, nesta terça-feira), o técnico avisou que pretende ficar desempregado pelo menos até o final do ano.

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“Até dezembro, não vou fazer nada. Foram nove meses de trabalho árduo com esses jogadores, o que exigiu muito da gente. Meus netinhos estão me esperando no Brasil. Vou ficar com eles e deixar para pensar no futuro depois. Mas, fora do meu país, daqui para frente, nem pensar!”, declarou.

Parreira ainda foi simpático ao falar sobre a sua relação com os sul-africanos. Disse que espera recepcionar o país na Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, e recusou-se a indicar um sucessor. “O nome do novo técnico não é um problema meu. Já estou orgulhoso porque o nosso empenho resultou em um time de bom nível. Gostaria de ser o guia da África na próxima Copa”, disse o treinador, que aconselhou a contratação de Joel Santana quando precisou se desligar da seleção.

A África do Sul foi o quinto país diferente que Parreira dirigiu em um Mundial – já havia estado à frente de Arábia Saudita, Brasil, Emirados Árabes e Kuwait. Contra a França, ele conquistou a primeira vitória no torneio sem ser a serviço da seleção brasileira. (Fonte: Gazeta Press)

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Domenech se nega a cumprimentar, e Parreira lamenta atrito

Foto: Reuters

Foto: Reuters

O técnico Raymond Domenech fez mais um desafeto. O francês se recusou a cumprimentar Carlos Alberto Parreira após a vitória da África do Sul sobre a França, nesta terça-feira, e irritou o sempre sereno brasileiro. As duas seleções acabaram eliminadas da Copa do Mundo.

“Lamento muito esse fato. Fui cumprimentá-lo, pois sei que ele não será mais técnico da França e somos colegas de profissão, mas não houve diálogo”, lamentou Parreira, que puxou Domenech pelo paletó quando o francês virou de costas. “O Domenech me disse algumas coisas nessa hora, mas não entendi porque ele não fala um inglês perfeito.”

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Segundo Parreira, um assistente de Domenech se dirigiu até o vestiário da África do Sul para explicar a postura do francês. “Ele me explicou que o Domenech estava bravo porque eu teria dito que a França não merecia estar na Copa, por causa do gol com a mão do Henry. Mas não me lembro disso. Ao contrário, só fiz elogios à França”, protestou o brasileiro.

Parreira está longe de ser o primeiro a entrar em conflito com Domenech na África do Sul. O atacante Nicolas Anelka foi cortado pela seleção francesa depois de insultar o treinador no intervalo da derrota para o México. Revoltados com a decisão, seus companheiros se recusaram a treinar no último final de semana.

A vitória da África do Sul em cima da França, por 2 a 1, foi a última partida de Parreira e Domenech pelas seleções. O brasileiro não pretende mais trabalhar no exterior, e o francês será substituído por Laurent Blanc após ser duramente criticado pela crise de sua equipe. (Fonte: Gazeta Press)

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África do Sul bate França, mas se torna primeiro anfitrião a cair na fase de grupos

Foto: Getty Images

Foto: Reuters

A África do Sul bateu a França por 2 a 1, nesta terça-feira, no Estádio Free State, em Bloemfontein, pela última rodada do grupo A da Copa do Mundo 2010, e se tornou o primeiro país anfitrião de um Mundial a ser eliminado ainda na fase de grupos. Os gols da partida foram marcados por Khumalo e Mphela para os africanos e Malouda para os “Bleus”.

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Com a vitória, os “Bafana-Bafana” terminaram com 4 pontos e saldo negativo de dois gols. Os mexicanos, que no outro jogo do grupo perderam por 1 a 0 para o Uruguai, ficaram com os mesmos 4 pontos, porém com saldo de 1 gol, e terminaram na segunda colocação. A liderança parou nas mãos da “Celeste Olímpica, com 7 pontos. 

Os comandados de Domenech terminaram na lanterna do grupo, com apenas 1 ponto e confirmaram que estão destruídos emocionalmente. A derrota francesa fez o time atual igualar a campanha de 2002, apenas um ponto em três jogos. Entretanto, nessa Copa os “azuis” conseguiram fazer pelo menos um gol.

A vitória sul-africana também foi a primeira de Carlos Alberto Parreira em Copas no comando de outra seleção que não seja a brasileira. O brasileiro dirigiu a quinta seleção em Mundiais e, até então, havia fracassado por Kuwait (1982), Emirados Árabes (1990) e Arábia Saudita (1998). Os únicos triunfos dele haviam sido pelo Brasil, em 1994 e 2006.

Veja fotos da partida entre África do Sul e França

O jogo

Aos 19 minutos, o canhotinho Tshabalala bateu escanteio forte e o zagueirão Khumalo veio correndo, subiu mais que a defesa francesa e cabeceou forte no segundo pau para abrir o placar para os Bafana-Bafana.

Logo após o gol dos anfitriões, Ribery arrancou pela esquerda e cruzou, Gignac dominou, girou e bateu para fora.

Aos 25 minutos do primeiro tempo, a França mostrou mesmo que os ânimos são os maiores inimigos do time. O meia Gourcuff subiu para disputar uma bola aérea e soltou o cotovelo. O sul-africano caiu. E o árbitro Oscar Ruiz nem hesitou em mostrar o vermelho. O atacante Cissé ficou desolado ao ver que o time ficaria com um a menos.

Aos 36 minutos, a África do Sul aproveitou a superioridade numérica e psicológica para ampliar o placar. Tshabalala mostrou visão de jogo e cruzou para a área, a zaga francesa afastou mal, Parker tocou e Mphela só teve o trabalho de empurrar para dentro.

 Torcida faz festa em África do Sul x França

Logo depois do gol, novamente Ribery tentou dar um alento para o “Bleus”. O meia do Bayern de Munique bateu uma falta na área e o goleiro Josephs teve trabalho para botar para a linha de fundo.

O segundo tempo começou um pouco morno. Porém aos 6 minutos, Tshabalala mostrou que queria continuar na Copa. O melhor jogador do time de Parreira fez um lindo passe para Mphela. O atacante entrou livre e bateu na trave.

Aos 24 minutos do segundo tempo, menos de 10 minutos após a entrada de Henry na vaga de Cissé, a França diminui o placar. Ribery tocou para Malouda, livre, só tocar para dentro e fazer o primeiro gol francês na Copa 2010.

Depois do gol, poucas chances de gol surgiram e o colombiano Óscar Ruiz apitou o fim de jogo e selou o triste destino de França e África do Sul na Copa 2010. Ambos ficaram fora na primeira fase.

FICHA TÉCNICA
FRANÇA 1 x 2 ÁFRICA DO SUL

Local: Estádio Free State, em Bloemfontein (África do Sul)
Data: 22 de junho de 2010, terça-feira
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Óscar Ruiz (Colômbia)
Assistentes: Abraham González e Humberto Clavijo (ambos da Colômbia)
Gols: Khumalo e Mphela (África do Sul) Malouda (França)
Expulsão: Gourcuff (França)

FRANÇA
Lloris, Sagna, Gallas, Squillaci e Clichy; Alou Diarra (Govou), Diaby e Gourcuff; Ribéry, Gignac(Malouda) e Cissé (Henry)
Técnico: Raymond Domenech

ÁFRICA DO SUL
Josephs; Ngcongca (Gaxa), Khumalo, Mokoena e Masilela; Sibaya, Khuboni (Modise), Tshabalala e Pienaar; Mphela e Parker (Nomvethe)
Técnico: Carlos Alberto Parreira

Ex-capitão da África do Sul ataca Parreira e pede técnico local

Rabede criticou Parreira nesta segunda (Reuters)

Rabede criticou Parreira nesta segunda (Reuters)

O técnico da seleção da África do Sul, o brasileiro Carlos Alberto Parreira, convocou os jogadores errados e deve ser substituído por um técnico local após a provável eliminação da equipe na primeira fase da Copa do Mundo, disse o ex-capitão sul-africano Lucas Radebe nesta segunda-feira.

Radebe, que fez 70 partidas pelos Bafana Bafana entre 1992 e 2003, disse que a aposta de Parreira em jogadores que atuam no país, em vez de atletas mais experientes que jogam no exterior, foi equivocada.

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Os anfitriões devem ser eliminados na primeira fase após enfrentarem a França na última partida do Grupo A do Mundial em Bloemfontein, na terça-feira. Nunca na história das Copas a seleção anfitriã fracassou em chegar à segunda fase.

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“Há uma série de jogadores mais experientes que poderiam, pelo menos, ter sido convocados”, disse Radebe a jornalistas em Johanesburgo nesta segunda-feira.

“Com Nasief (Morris) na equipe e sua experiência… jogando no nível que ele joga, acho que poderíamos ter ido melhor”, disse ele em referência ao jogador do Racing Santander da Espanha, que ficou fora da lista de Parreira.

Radebe disse à Reuters após a entrevista coletiva que a equipe precisava de um treinador sul-africano. Ele acrescentou que os jogadores têm dificuldades em se relacionar com um técnico estrangeiro.

“Se usamos nossos próprios (treinadores) isso realmente pode fazer a diferença, e ter uma seleção melhor, em termos de quanto conhecemos nossos jogadores, como conhecemos nosso próprio estilo de futebol, em vez de tentar mudar para o estilo europeu”, disse. “Gostaria de ver um técnico sul-africano após a Copa do Mundo.” (Fonte: Reuters)

Parreira admite desânimo e quer “deixar a Copa de cabeça erguida”

(Reuters)

(Reuters)

O desânimo toma conta da África do Sul. Lanterna do grupo A da Copa do Mundo, com apenas um ponto, o país anfitrião irá decidir a sua sorte diante da tradicional França e necessita de uma combinação de resultados para disputar as oitavas de final. O técnico Carlos Alberto Parreira pede aos seus comandados respeito aos torcedores.

“Nosso grupo é complicado e vamos jogar contra um time difícil de se derrotar, mas temos que atuar com determinação. Nosso pensamento é vencer e deixar a competição de cabeça erguida”, decretou o brasileiro.

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Para seguir no Mundial, a África do Sul deve se programar em derrotar a França por uma diferença larga de gols (quatro ou até cinco tentos de margem) e torcer para que Uruguai e México não empatem.

Em sua sexta participação em Copa do Mundo como técnico, Parreira sabe que a missão é quase impossível. “Queremos jogar e terminar a nossa participação com dignidade”, reforçou o comandante.

Se for eliminada, a África do Sul passará para a história dos Mundiais de forma negativa. Até o momento, todos os anfitriões alcançaram a etapa de mata-mata. (Fonte: Gazeta Press)

Parreira escapa de punição por críticas à arbitragem

Parreira se livrou de gancho da Fifa - foto: Reuters

Parreira se livrou de gancho da Fifa - foto: Reuters

Comandante da África do Sul, o brasileiro Carlos Alberto Parreira não será julgado por críticas ao árbitro suíço Massimo Busacca, na derrota desta quarta-feira para o Uruguai. A Fifa alega que o técnico não violou o código de ética por classificar o apitador como o pior da Copa do Mundo.

Parreira ficou irritado pela expulsão do goleiro Khune, na etapa complementar. O arqueiro levou o cartão vermelho por cometer o pênalti do segundo gol dos sul-americanos.

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Já o meio-campista Tim Cahill não teve a mesma sorte. Ele está suspenso por uma partida pela expulsão no jogo de estreia da Austrália, no revés de 4 a 0 diante da forte Alemanha.

Cahill levou o vermelho por uma falta dura em Bastian Schweinsteiger. O jogador vai perder o jogo deste sábado contra Gana, na cidade de Rustemburgo.

Para completar, a Fifa evitou estipular um prazo para julgar um recurso de Portugal. O pedido dos lusitados é simples: a reconsideração do cartão amarelo recebido por Cristiano Ronaldo no empate de terça-feira com a Costa do Marfim. (Fonte: Gazeta Press)

África do Sul vai arriscar tudo por vitória, diz Parreira

(Reuters)

(Reuters)

A África do Sul vai precisar arriscar tudo se quiser derrotar o Uruguai e reforçar suas chances de progredir para a próxima fase da Copa do Mundo, disse o técnico brasileiro Carlos Alberto Parreira na véspera da partida de quarta-feira pelo Grupo A.

Parreira afirmou ser imperativo que a nação sede vença o jogo para evitar ter necessidade de um resultado no último confronto de seu grupo contra a França na semana que vem. “Temos que ser decididos e ir com tudo. Não podemos contar com os erros dos outros times. Temos que correr riscos, caso contrário não chegaremos a lugar nenhum”, alertou ele a seus jogadores nesta terça-feira.

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“Se tivermos só três empates vamos ser eliminados do torneio. Prefiro assumir o risco para termos uma chance melhor de ir para a próxima rodada”. “Precisamos vencer, não queremos chegar ao último jogo precisando de uma vitória”, disse Parreira na coletiva de imprensa antes do jogo em Pretória.

Dúvida – O brasileiro afirmou que fará uma, talvez duas alterações na escalação que estreou na sexta-feira contra o México. O lateral-esquerdo Tsepo Masilela, que entrou no meio do jogo na sexta-feira, deve substituir Lucas Thwala, mas Parreira declarou que não irá confirmar seu time antes de informar seus jogadores.

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“Mas agora é a hora de mexer no time. O que vamos fazer são alguns ajustes táticos”. “Vamos ter uma abordagem diferente da partida com o México, porque eles são o time mais ousado da competição e tivemos que lidar com eles de maneira diferente do Uruguai”.

Ele disse esperar que seu próximo adversário entre com os três zagueiros, como fez no empate sem gols com a França na sexta-feira passada, e espera acionar o contra-ataque. “Diego Forlán é um jogador que não podemos deixar livre”, disse Parreira sobre o principal atacante uruguaio.

“Temos um plano para ele. Toda vez que jogamos contra ele quando eu era técnico do Brasil ele marcou gol”, completou. Aaron Mokoena, capitão da África do Sul, disse na mesma coletiva de imprensa esperar um apoio mais estridente da torcida da casa na quarta-feira. “Queremos ouvir as vuvuzelas”, disse ele. (Fonte: Reuters)

Parreira defende vuvuzelas e Jabulani

O técnico Carlos Alberto Parreira continua engajado com a realização da Copa do Mundo na África do Sul. Comandante da seleção anfitriã, o brasileiro rebateu as críticas feitas à Jabulani, bola fabricada especialmente para o torneio, e às barulhentas vuvuzelas.

“Gostamos da bola e também das vuvuzelas. Estamos acostumados com a duas coisas. Treinamos com essa bola desde março, e os jogadores se habituaram perfeitamente. Não ouvi nenhum deles criticar a bola nem as vuvuzelas”, afirmou Parreira.

Muitos atletas da seleção brasileira reclamaram da leveza da Jabulani. Já a Fifa cogitou até proibir as vuvuzelas nos estádios, já que uma série de técnicos e jogadores protestaram contra o barulho provocado pelas cornetas sul-africanas. (Fonte: Gazeta Press)

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Parreira mostra satisfação pelo empate com México

Foto: AP

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Carlos Alberto Parreira mostrou que está satisfeito com o desempenho da África do Sul. Em entrevista coletiva logo após o 1 a 1 contra o México, o treinador afirmou que seu time não é tão qualificado a ponto de falar em frustração pelo empate.

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“Se você olhar o ranking da Fifa, você vê que passamos por momentos difíceis. Continuamos brigando pela posição da Copa ainda. A frustração pelo resultado é zero. Podíamos ter vencido, claro que eu quero vencer, mas o resultado foi bom para a gente”, afirmou Parreira.

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A África do Sul mostrou claros problemas na defesa e inexperiência em partes do campo. Com um golaço, Tchabalala abriu o placar para os donos da casa, que, mais tarde, falharam ao deixar Rafa Marquez sozinho dentro da pequena área para empatar.

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