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Técnico japonês vê provável saída do cargo após eliminação

(Reuters)

(Reuters)

Frustrado, o técnico do Japão, Takeshi Okada, disse que provavelmente deixará o cargo após a derrota de sua equipe para o Paraguai na Copa do Mundo numa disputa de pênaltis nesta terça-feira. O jogo terminou 0 x 0.

Japão, que buscava chegar pela primeira vez às quartas de final e carregar as esperanças da Ásia, raramente teve chance de gol em um dos piores jogos do torneio até agora.

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“Provavelmente não tenho mais nada para fazer agora”, disse Okada em entrevista coletiva quando questionado se sairia, embora tenha dito que uma decisão definitiva leva tempo.

“É minha responsabilidade, não insistimos o suficiente. Não posso elaborar mais. Quando eu olho atrás no que eu poderia ter feito para os jogadores e no que eu fiz como técnico, deveria ter sido mais insistente na vitória.”

“É difícil detalhar por que não conseguimos marcar. Não somos uma equipe que consegue marcar muitos gols”, disse o treinador, que quase encerrou sua segunda passagem pela seleção japonesa após uma derrota em amistoso para a Copa contra a Coreia do Sul. (Fonte: Reuters)

Paraguai bate Japão nos pênaltis e vai para as quartas pela primeira vez na história

Cardozo cobra o pênalti que colocou o Paraguai nas quartas - Foto: Reuters

Cardozo cobra o pênalti que colocou o Paraguai nas quartas - Foto: Reuters

O Paraguai bateu o Japão por 5 a 3 na disputa por pênaltis, nesta terça-feira, em Pretória, e passou para as quartas de final da Copa do Mundo de 2010. Essa é a primeira vez na história que a seleção sul-americana fica entre os oito melhores do torneio. No tempo normal e na prorrogação, houve empate por 0 a 0.

O gols históricos foram anotados por Barreto, Barrios, Riveros, Valez e Cardozo. Komano despediçou uma das cobranças japonesas, tirando a chance de o país asiático superar a campanha de 2002, quando também parou nas oitavas de final.

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O Paraguai, que é uma das surpresas do Mundial depois de ter ficado em primeiro lugar no grupo da Itália, espera, agora, o vencedor do jogo entre Portugal e Espanha para saber quem será seu adversário nas quartas de final. Com a vitória, o Paraguai manteve o tabu de um sul-americano nunca ter perdido, ou sido eliminado, por um asiático em Copa.

A partida em Pretória foi bastante truncada e com poucas chances de gol. Com isso, a definição do classificado foi para as penalidades máximas. As cobranças começaram com Barreto convertendo para o Paraguai e Endo empatando para o Japão. Lucas Barrios colocou os paraguaios na frente ao cobrar o segundo. Hasebe bateu forte e empatou pela segunda vez.

Riveros converteu para os sul-americanos, e Komano mandou no travessão. Na sequência, Valdez fez o quarto gol paraguaio, e Honda deu sobrevida aos japoneses ao converter o terceiro dos orientais. Na última cobrança, Cardozo correu e colocou o Paraguai nas quartas.

O jogo

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O primeiro tempo começou com as equipes se estudando bastante. Amos os times entraram em campo mais preocupados em destruir as jogadas alheias do que construir as próprias. Mesmo com tanta cautela, as oportunidades de gols surgiram para os dois lados. Os japoneses chegaram até a acertar uma bola no travessão. O atacante paraguaio Roque Santa Cruz respondeu com um chute na pequena área, porém a falta de pontaria atrapalhou o jogador, que acabou mandando a bola para longe do gol.

Para a segunda etapa, os treinadores tentaram manter suas boas defesas como trunfos para buscar o resultado. Apesar do nervosismo e da necessidade de abrir o placar, as equipes pouco agrediam o goleiro adversário. Com isso, o jogo se tornou um festival de bolas aéreas. Com isso, o segundo tempo acabou da mesma forma que o jogo começou.

Entre o final do segundo tempo e começo da prorrogação, os japoneses se abraçaram e formaram um círculo. Jogadores e membros da comissão técnica diziam palavras de ordem. Enquanto isso, os paraguaios, nitidamente mais cansados que os adversários, tomavam água deitados no gramado. Haedo Valdez era um dos poucos que estava em pé e gritava para os companheiros que tentavam recuperar o fôlego.

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A prorrogação começou com os dois times querendo resolver logo no início e o festival de bolas levantadas voltou. Valdez cabeceou duas e quase fez. Depois o atacante tentou por baixo, mas Kawashima salvou com os pés. Honda deu o troco em uma falta. O meia do CSKA soltou uma bomba e Villar se esticou todo para colocar pela linha de fundo.

No segundo tempo da prorrogação, o meio de campo deixou de existir. A melhor oportunidade foi do Japão que armou uma linda trama pela esquerda e cruzou errado, como em todo o jogo. Com a falta de pontaria nos cruzamentos, Franck de Bleeckere apitou o fim do primeiro 0 a 0 das oitavas.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI 0 X 0 JAPÃO
( 5 a 3 nos pênaltis)
Local: Estádio Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul)
Data: 29 de junho de 2010 (Terça-feira)
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Franck de Bleeckere (Bélgica)
Assistentes: Peter Hermans e Walter Vromans (ambos da Bélgica)
Cartões Amarelo: Endo, Nagatomo, Honda e Matsui (Japão) Riveros (Paraguai)

PARAGUAI: Villar; Bonet, Alcáraz, Da Silva e Morel; Vera, (Ortigoza) Edgar Barreto e Benitez (Valdez); Riveros, Roque Santa Cruz (Cardozo) e Barrios
Técnico: Gerardo Martino

JAPÃO: Kawashima; Abe (Nakamura), Nakazawa, Tulio Tanaka e Komano; Nagatomo, Okubo (Tamada), Endo e Hasebe; Matsui (Okazaki) e Honda
Técnico: Takeshi Okada

Paraguai enfrenta o Japão em busca de vaga nas quartas

Valdes comemora gol contra a Nova Zelândia - Foto: Getty Images

Valdes comemora gol contra a Nova Zelândia - Foto: Getty Images

Após desbancar a Itália na primeira fase da Copa do Mundo da África do Sul, terminando o Grupo F na primeira colocação, o Paraguai encara um adversário bem mais modesto nas oitavas de final. Trata-se do Japão, em duelo marcado para esta terça-feira, às 11h (de Brasília), no Estádio Loftus Versfeld, em Pretória.

Os paraguaios, porém, sabem que poderão encontrar problemas diante dos japoneses, que surpreenderam ao eliminar a Dinamarca com um triunfo por 3 a 1, assegurando a segunda posição do Grupo E.

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Gerardo Martino, técnico do Paraguai, passou os últimos dias analisando os teipes dos jogos que o Japão realizou no Mundial até aqui. Na conversa com seus jogadores ele tem passado o que considera a lição mais importante que aprendeu sobre o rival: conter a velocidade dos japoneses.

“Para que a gente possa sair de campo com a vitória, vamos ter que tornar o time do Japão mais lento. Se deixarmos que eles consigam impor o ritmo da partida estaremos perdidos. Vamos precisar de muito equilíbrio para que as rédeas deste encontro fiquem nas nossas mãos”, disse Martino.

Japoneses cumprimentam torcida após classificação - Foto: Getty Images

Japoneses cumprimentam torcida após classificação - Foto: Getty Images

Se a preocupação no Paraguai é conter a velocidade dos adversários, no Japão todo o time sul-americano é motivo de preocupação. O técnico Takeshi Okada chegou a deixar escapar nas entrevistas que lamentou o fato de cruzar com os paraguaios nas oitavas de final.

“Infelizmente não tivemos muita sorte na hora de sair esse cruzamento, pois vamos enfrentar um time que é uma verdadeira fortaleza em seu setor defensivo e que conta com muita qualidade do meio para frente. Vamos precisar tomar muito cuidado para que os paraguaios penetrem em nossa defesa. Ao mesmo tempo, vamos ter que encontrar achar a melhor maneira de ganhar o encontro”, afirmou Okada.

Em relação aos times que vão a campo, Takeshi Okada não tem problemas e vai repetir a formação que derrotou os dinamarqueses. Pelo lado do Paraguai, Edgar Barreto e Jonathan Santana disputam a vaga de Víctor Cáceres, que vai ficar fora para cumprir suspensão por conta do acúmulo de cartões amarelos.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI X JAPÃO

Local: Estádio Loftus Versfeld, em Pretória (África do Sul)
Data: 29 de junho de 2010 (Terça-feira)
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Franck de Bleeckere (Bélgica)
Assistentes: Peter Hermans e Walter Vromans (ambos da Bélgica)

PARAGUAI: Villar; Caniza, Julio Cáceres, Da Silva e Morel; Riveros, Edgar Barreto (Jonathan Santana) e Vera; Valdez, Roque Santa Cruz e Cardozo
Técnico: Gerardo Martino

JAPÃO: Kawashima; Abe, Nakazawa, Tulio Tanaka e Komano; Nagatomo, Okubo, Endo e Hasebe; Matsui e Honda
Técnico: Takeshi Okada

Okazaki, do Japão, espera Paraguai jogando forte nas oitavas

O atacante Shinji Okazaki demonstrou seu conhecimento sobre as seleções sul-americanas e principalmente sobre a paraguaia. O centroavante acredita que os adversários jogam forte e que a partida das oitavas de final pode acabar decidida a favor da equipe que ganhar mais divididas.

“Nós não jogamos contra um adversário sul-americano na primeira fase, mas eu espero que eles lutem ainda mais pela bola do que o resto dos times. O mais importante é que nós consigamos vencer estas divididas. O jogo será uma batalha”, garantiu Okazaki.

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Para o jogador, basta que a seleção japonesa continue fazendo o que fez nos três primeiros jogos do Mundial. “Até agora, conseguimos ganhar a maioria destas bolas e por isto que estamos aqui. Se continuarmos confiantes, acho que podemos ganhar”, declarou o camisa 9 da seleção do Japão.

Para o centroavante, os japoneses não estão em uma posição com muita pressão. “Estou feliz de ter marcado um gol e quero mais. Eu quero continuar na competição. E além disto, sei que não temos nada a perder”, disse o confiante Okazaki. (Fonte: Gazeta Press)

Roque Santa Cruz diz que Paraguai precisa mostrar evolução

26, junho, 2010 7 comentários
(Reuters)

(Reuters)

O experiente atacante paraguaio Roque Santa Cruz declarou que não está satisfeito com as recentes atuações de sua seleção. O jogador afirmou que seu time tem condições de mostrar um melhor futebol e precisa disto.

“O nosso sentimento, neste momento, é de que podemos melhorar. Fomos bem, mas não conseguimos marcar tantos gols quanto deveríamos. Ainda não estamos inteiramente felizes”, disse o centroavante.

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Mesmo assim, o camisa 9 do Paraguai garantiu que sabe o que é necessário para que seu time passe do Japão. “O mais importante é que passamos, mas precisamos de mais paciência”, declarou.

Empolgado com a chance de entrar para a história, Santa Cruz garantiu que, caso chegue às quartas de final, tudo é possível. “Se passarmos das oitavas, já podemos considerar que fizemos uma grande Copa. A partir disto, é um sonho, mas que podemos conquistar”, falou o atacante. (Fonte: Gazeta Press)

Técnico diz que Paraguai precisa aproveitar as chances

25, junho, 2010 1 comentário

O Paraguai precisa melhorar a qualidade do seus passes e da finalização se a seleção quer chegar até as quartas de final da Copa do Mundo, disse o técnico do time Gerardo Martino.

O treinador nascido na Argentina não ficou feliz com o desempenho da equipe no empate em 0 x 0 contra a Nova Zelândia. O time, classificado para a próxima fase, enfrenta o Japão na terça.

“Nós não estávamos muito móveis e fomos muito imprecisos”, disse aos jornalistas após a partida. “Tivemos muitos problemas em uma área em que não esperávamos, que é o ataque.”

O time, no entanto, foi bastante sólido na defesa e concedeu apenas um gol em três partidas, contra a Itália na estreia. “Acho que o Paraguai teve um desempenho muito bom na defesa nas três primeiras partidas, fomos muito bem nisso”, acrescentou Martino.

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O Paraguai, que ocupa a 31a posição no ranking da Fifa, ficou em primeiro no Grupo F, mas conseguiu apenas uma vitória contra a Eslováquia e marcou três gols apesar de ter em seu elenco atacantes famosos como Roque Santa Cruz, Lucas Barrios e Nelson Valdez.

Todos os três estiveram em campo no final da partida contra a Nova Zelândia, mas falharam em aproveitar as várias oportunidades criadas.

Martino disse que o time precisa melhorar se quer continuar no torneio.

O próximo adversário do time, o Japão, venceu a Dinamarca na quinta-feira marcando três gols e se transformou completamente após perder vários amistosos antes da Copa.

Santa Cruz disse que os jogadores não ficaram feliz com a apresentação contra a Nova Zelândia, mas o mais importante foi o time ter passado da fase de grupos. “Talvez, hoje, não ficamos completamente bem. Tivemos oportunidades e devíamos aproveitar”, disse. “Acho que não fomos tão pacientes.”

Santa Cruz disse que conseguir chegar até as quartas de final seria um bom resultado para o Paraguai, mas ressaltou que – quando a equipe chegar lá – tudo é possível.

“Nós podemos considerar uma ótima Copa do Mundo se o time chegar até as quartas, isso é bom o suficiente para nós e qualquer coisa acima disso é um sonho”, disse. “Mas nós temos a vontade de ir mais longe,” completou. (Fonte: Reuters)

Paraguai segura o jogo contra a Nova Zelândia e se classifica

Carrinho e falta, mas nada de gol - Foto: Reuters

Carrinho e falta, mas nada de gol - Foto: Reuters

O Paraguai não quis jogar e apenas empatou com a Nova Zelândia por 0 a 0. O resultado classificou os paraguaios e manteve a invencibilidade dos sul-americanos na Copa do Mundo de 2010.

Além do Paraguai, a Eslováquia, que venceu a Itália, também se classificou com a segunda colocação do grupo F. Sendo assim, os sul-americanos devem encarar o Japão ou a Dinamarca, os candidatos a segunda colocação do grupo E. A Eslováquia deve pegar a Holanda, que deve liderar o grupo.

VEJA AS FOTOS DO JOGO
AS FOTOS DA TORCIDA

Apesar de ter condições de vencer o time da Oceania, o empate acabou colocando uma dúvida na capacidade do Paraguai. Se nos dois primeiros jogos surgiu como uma possível pedra no sapato dos favoritos, agora deixa uma dúvida no ar.

O Paraguai soube dominar o jogo do jeito que lhe interessava, mas não convertia em gols a posse de bola amplamente maior. Sabendo que o empate bastaria para classificar, segurava a as ações do jogo, tocavam a bola de um lado para o outro e não fazia tanta questão de abrir o placar.

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Tanto que aos 30 minutos do segundo tempo, já perto do apito final da arbitragem, o Paraguai tinha dado 12 chutes a gol. Apenas dois foram na meta. Os outros 10 foram dados de longa distância e totalmente longe, sem nenhuma chance de assustar Paston.

Do outro lado, no mesmo período, a Nova Zelândia tinha dado três chutes, os três na meta de Villar, que não precisou de tanto esforço para fazer as defesas. No fim, um dos jogos mais chatos da Copa não poderia ter outro resultado.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI 0 X 0 NOVA ZELÂNDIA

Local: Estádio Peter Mokaba, em Polokwane (África do Sul)
Data: 24 de junho de 2010, quinta-feira
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Yuichi Nishimura (Japão)
Assistentes: Toru Sagara (China) e Hae Sang Yeong (Coreia do Sul)

Cartão: Victor Cáceres e Santa Cruz (PAR)

PARAGUAI
Villar; Bonet, Caniza, Paulo Da Silva e Morel Rodríguez; Riveros, Víctor Cáceres e Vera; Valdez (Benítez), Santa Cruz e Cardozo (Lucas Barrios)
Técnico: Gerardo Martino

NOVA ZELÂNDIA
Paston; Reid, Nelsen e Vicelich e Smith; Bertos, Fallon (Wood), Elliot, Lochhead e Killen (Brockie); Smeltz
Técnico: Ricki Herbert

Paraguai encara “zebra” Nova Zelândia para garantir vaga e 1º lugar

(Reuters)

(Reuters)

Líder do Grupo F da Copa do Mundo da África do Sul, com quatro pontos conquistados, o Paraguai tem tudo para confirmar nesta quinta-feira a primeira colocação da chave, se garantindo nas oitavas de final do torneio. Para isso, o time sul-americano necessita de um simples triunfo contra a surpreendente Nova Zelândia, em confronto previsto para às 11 horas (de Brasília), no Estádio Peter Mokaba, em Polokwane.

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Os paraguaios garantem a classificação com um simples empate, mas planejam o primeiro lugar para tentarem fugir nas oitavas de final da Holanda, que provavelmente vai liderar o Grupo E.

Já a Nova Zelândia divide a segunda posição com a Itália, que no mesmo horário enfrenta a lanterna Eslováquia, a qual soma um ponto. O time da Oceania e os italianos têm dois pontos e campanhas iguais. Portanto, os All Whites necessita de um triunfo para se classificar. O empate só servirá para caso aconteça um empate no outro jogo e com menos gols do que no confronto diante dos paraguaios.

Gerardo Martino, técnico do Paraguai, acredita que sua equipe vai se classificar sem maiores sustos se repetir o futebol demonstrado na vitória de 2 a 0 sobre a Eslováquia, no fim de semana.

“O Paraguai vem conseguindo impor seu estilo de jogo nesta Copa do Mundo e isso é muito importante. Principalmente porque nossos adversários começam a nos respeitar cada vez mais. Tenho certeza de que vamos nos classificar se repetirmos contra a Nova Zelândia o que estamos praticando até este momento”, afirmou Martino.

O treinador do Paraguai garantiu que manterá a base que vem atuando, mas pode se ver forçado a fazer uma alteração de última hora. O zagueiro Antolín Alcaraz, com uma lesão no joelho direito, poderá ser preservado para não agravar o problema. Se essa possibilidade for confirmada, Denis Caniza será o substituto.

Pelo lado da Nova Zelândia, que não apresenta problemas de lesões ou suspensões, o técnico Ricki Herbert demonstra muito otimismo em relação a um possível triunfo nesta rodada. Apesar de respeitar os paraguaios, ele considera que seus atletas estão mais confiantes e isso pode acabar fazendo a diferença.

“Quando a Copa do Mundo começou todos diziam que a Nova Zelândia perderia seus três jogos e de goleada. Dois se passaram e empatamos, incluindo um contra o atual campeão. Portanto, acredito que podemos surpreender ainda mais e conseguir uma histórica classificação para o nosso país”, afirmou Ricki Herbert, que repetirá a escalação do empate por 1 a 1 com a Itália.

FICHA TÉCNICA
PARAGUAI X NOVA ZELÂNDIA
Local: Estádio Peter Mokaba, em Polokwane (África do Sul)
Data: 24 de junho de 2010, quinta-feira
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Yuichi Nishimura (Japão)
Assistentes: Toru Sagara (China) e Hae Sang Yeong (Coreia do Sul)

PARAGUAI
Villar; Bonet, Caniza, Paulo Da Silva e Morel Rodríguez; Riveros, Víctor Cáceres, Vera e Valdez; Santa Cruz e Barrios
Técnico: Gerardo Martino

NOVA ZELÂNDIA
Paston; Reid, Nelsen e Vicelich; Smith, Bertos, Fallon, Elliot, Lochhead e Killen; Smeltz
Técnico: Ricki Herbert

América do Sul pode passar às oitavas com 100% dos times pela 1ª vez desde 90

21, junho, 2010 6 comentários
Brasil é o único garantido nas oitavas (Reuters)

Brasil é o único garantido nas oitavas (Reuters)

Com o fim da segunda rodada da fase de grupos da Copa e 32 jogos depois, Brasil, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai estão perto de repetir um feito conquistado pela última vez na Copa de 1990, na Itália: todos os representantes da América do Sul classificados à segunda fase. Há 20 anos, Brasil, Argentina, Uruguai e Colômbia conseguiram a classificação para a fase de mata-mata.

Os times do continente são o destaque positivo da Copa com 80% de aproveitamento dos pontos disputados. Em 10 jogos, foram 8 vitórias e apenas dois empates, sendo o único continente ainda invicto no torneio com 24 pontos ganhos em 30 disputados. Brasil, Argentina e Chile venceram nas duas rodadas e são, ao lado da Holanda, as únicas seleções com 100% de aproveitamento na Copa.

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Os brasileiros, sempre favoritos, ganharam por 2 a 1 da Coreia do Norte na estreia e passaram algum sufoco no fim, mas no segunda partida contra a Costa do Marfim, convenceram ao aplicar 3 a 1 no time africano. O destaque do time de Dunga até a aqui foi o golaço de Luís Fabiano, que lembrou Pelé e Maradona no mesmo lance. Dominou a bola duas vezes na mão e aplicou dois chapéus na defesa marfinanse antes de marcar.

Os hermanos argentinos estão com tudo no Grupo B. Maradona anda cantando e distribuindo beijos à toa após afastar a fama de mau treinador e de devolver à sua torcida um bom futebol após fiasco nas eliminatórias. Seus comandados ganharam a primeira por 1 a 0 da Nigéria. No segundo jogo, encerraram com as críticas ao bater os sul-coreanos por 4 a 1. O camisa 9 Higuaín marcou três neste jogo e virou o artilheiro do torneio.
 
Os chilenos também estão de bem com a vida na África do Sul. Aproveitaram bem a condição de coadjuvantes no grupo que tem a Espanha e beliscaram seis pontos com duas vitórias convincentes por 1 a 0 sobre Honduras e 1 a 0 sobre a Suíça, perdendo muitas chances de gols nos dois jogos. 

Apesar da invencibilidade sul-americana, apenas o Brasil está garantido nas oitavas. Uruguai, Paraguai e Chile jogam por um empate para carimbar a passagem para as oitavas. Eles enfrentam, respectivamente, México, Nova Zelândia e Espanha. Os argentinos se classificam até com derrota para a Grécia, desde que não seja de goleada e que o jogo entre Nigéria e Coreia do SUl não tenha vencedor.

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A situação mais confortável das demais equipes, aparentemente, é do Uruguai, que tem quatro pontos e joga contra o México, para quem a igualdade também basta. No grupo, França e África do Sul tem apenas um ponto. A tarefa do Paraguai também é sossegada até prova em contrário. O time de Roque Santa Cruz e Barrios lidera o grupo com 4 pontos, dois a mais que a Itália, segunda colocada e precisam de um ponto contra a Nova Zelândia.

Veja como foi o desempenho sul-americano na Copa do Mundo desde 1990
:
 
1990 – Itália
Argentina (vice-campeã); Brasil, Colômbia e Uruguai (oitavas-de-final)

1994 – EUA
Brasil (campeão); Argentina (oitavas-de-final), Bolívia e Colômbia (primeira fase)

1998 – França
Brasil (vice-campeão); Argentina (quartas-de-final), Chile e Paraguai (oitavas-de-final), Colômbia (primeira fase)

2002 – Japão e Coreia do Sul
Brasil (campeão); Paraguai (oitavas-de-final); Argentina, Equador e Uruguai (primeira fase)

2006 – Alemanha
Brasil e Argentina (quartas-de-final); Equador (oitavas-de-final); Paraguai (primeira fase)

Técnico eslovaco lastima erros contra o Paraguai

A Eslováquia está em dívida na Copa do Mundo da África do Sul. Na estreia, cedeu de forma infantil o empate contra a frágil Nova Zelândia. Neste domingo, foi dominado pelo Paraguai e amargou um revés por 2 a 0. A falta de concentração do time europeu deixou o técnico Vladimir Weiss irritado.

“Cometemos muitos erros defensivos e pagamos caro. No fim das contas, o Paraguai esteve melhor e mereceu o resultado”, analisou o comandante eslovaco.

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Na parte ofensiva, os representantes da Eslováquia também receberam críticas. Vladimir Weiss lastimou a falta de personalidade dos meias responsáveis pela criação e dos próprios atacantes. “Faltou ação na frente. Precisávamos de mais coragem para sair em busca do empate”, criticou o técnico.

Para a rodada derradeira do grupo F, a Eslováquia promete uma postura mais ofensiva no confronto contra Itália, na quinta-feira. “Sabemos da dificuldade da classificação para as oitavas de final, mas vamos dar tudo o que temos nesta última apresentação”, alertou Vladimir Weiss. (Fonte: Gazeta Press)