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Iniesta acreditava estar impedido no gol do título

Iniesta chuta para abrir o placar - Foto: Reuters

Iniesta chuta para abrir o placar - Foto: Reuters

O espanhol Andrés Iniesta achou que estava impedido ao ajeitar a bola e marcar o gol da vitória na final da Copa do Mundo, disse o meia nesta terça-feira.

“Eu só estava esperando pelo passe de Cesc Fábregas e ele entregou a bola de uma maneira perfeita. Ele foi muito rápido e eu realmente pensei que estivesse impedido, mas eu controlei bem e quando acertei a bola sabia que ela entraria”, afirmou Iniesta em entrevista coletiva.

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O gol no segundo tempo da prorrogação no domingo foi o único da final contra a Holanda e assegurou à Espanha seu primeiro título mundial.

Iniesta foi questionado como se sentia depois do feito. “É difícil explicar”, disse ele. “Só posso dizer que estou muito feliz. Muito feliz…jogar futebol e fazer meu trabalho e marcar um gol tão importante para todos.”

“Ser capaz de fazer milhões de pessoas felizes é algo que não tem preço. Isso é o que gratifica meu trabalho — poder fazer tantas pessoas felizes, pessoas que nos acompanharam e sofreram com a equipe”, completou ele.

O jogador do Barcelona foi à África do Sul depois de uma temporada irregular, marcada por lesões.

“Foi uma temporada difícil. Mas a Copa do Mundo chegou e pude ir com muito desejo e ambição. Esperava que tudo terminaria bem e, apesar da derrota no primeiro jogo (1 x 0 para a Suíça), nos recuperamos bem e tudo acabou como sabemos”, disse Iniesta. (Fonte: Reuters)

Invasor da final da Copa é multado em US$ 260

Foto: AP

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O torcedor  espanhol que invadiu o campo do Estádio Soccer City, em Joanesburgo, pouco antes do início da final da Copa do Mundo, com o objetivo de “cobrir” o troféu da Fifa com uma espécie de gorro típico catalão, foi multado em cerca de 2.000 rands (cerca de US$ 260) por um tribunal da África do Sul.

Jaume Marquet Cot, de 34 anos, mais conhecido como Jimmy Jump, compareceu ao tribunal na última segunda-feira após ser acusado de invasão e tentativa de roubo da taça que ficou com os jogadores da Espanha, que conquistaram o título mundial após vitória por 1 a 0 sobre a Holanda, no último domingo.

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Por muito pouco o invasor não alcançou a taça da Fifa, que estava localizada próxima à entrada dos vestiários do Soccer City. A poucos metros do mais cobiçado objeto do futebol mundial, ele foi parado por seguranças.

Com o pagamento da multa, Jump escapou de ser preso após conseguir realizar mais uma de suas célebres invasões de campo em um evento de primeiro nível do esporte mundial. Ele conseguiu furar a segurança dos gramados na final da Eurocopa de 2004, entre Grécia e Portugal, em solo português, e também na semifinal da mesma competição em 2008, entre Alemanha e Turquia, na Suíça.

O torcedor ainda fez o mesmo na semifinal da Liga dos Campeões da Europa de 2006, entre Villarreal e Arsenal. Para completar, aprontou ao entrar sem permissão em quadra durante a final de Roland Garros de 2009, entre Roger Federer e o sueco Robin Soderling, quando tentou, sem sucesso, colocar um gorro na cabeça do tenista suíço.  (Fonte: Agência Estado)

Festa da seleção espanhola em Madri invade a madrugada

Jogadores comemoram na praça de Cibeles - foto: Reuters

Jogadores comemoram na praça de Cibeles - foto: Reuters

Depois da visita à Família Real espanhola, os jogadores campeões do mundo continuaram a saga pela capital Madri. Eles foram recebidos também pelo primeiro-ministro José Luiz Rodríguez Zapatero, em sua residência oficial, o Palacio de la Moncloa, antes de ganharem as ruas.

Na sequência, os atletas desfilaram em carro aberto e fizeram festa com uma multidão enlouquecida, que não cansava de comemorar. Durante a celebração, aviões passeavam e coloriam o céu com fumaça nas cores da bandeira do país.

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O goleiro Pepe Reina, do Liverpool, roubou a cena ao atender aos pedidos da torcida e tomar o microfone, como se fosse um mestre de cerimônias. Ele apresentou todos os 23 campeões e pedia aplausos a todos eles, que não conseguiam esconder a felicidade por terem colocado a Espanha no seleto hall de campeões do mundo.

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A delegação chegou a Madri por volta das 15 horas (horário local) e teve cerca de duas horas de descanso em um hotel, antes de começar a peregrinação. Os jogadores se despediram da multidão de fãs por volta da meia-noite (horário local), mas a festa popular não tem hora para terminar e a multidão continua nas ruas.

Dupla de zaga põe camisa do Barcelona em Fabregas

Fabregas é alvo de brincadeira de Puyol - foto: Reuters

Fabregas é alvo de brincadeira de Puyol - foto: Reuters

Se as negociações entre Barcelona e Arsenal já começavam a deixar um clima ruim para a volta do meio-campista Cesc Fabregas ao time inglês, um acontecimento na festa da seleção espanhola pelo título pode piorar a situação. A dupla de zaga da seleção e do Barça, formada por Carles Puyol e Gerard Piqué surpreendeu o jogador e colocaram nele a camisa do clube catalão.

A brincadeira ocorreu no momento em que o goleiro Pepe Reina – que atuou no Barcelona até 2002 – apresentava cada jogador ao público, algo que já aconteceu quando a seleção espanhola venceu a Eurocopa, em 2008. Na vez de Fabregas, Puyol e Piqué chegaram por trás do meia e colocaram a camisa no jogador.

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Coincidentemente, os dois jogadores já falaram sobre a possível volta de Fabregas à Catalunha. O primeiro foi Piqué, que afirmou que gostaria de ver o companheiro da época de categorias de base do Barcelona voltar ao clube, assim como ele fez ao deixar o Manchester United em 2008.

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Puyol comentou, durante a Copa do Mundo, que acreditava que o meio-campista se encaixaria perfeitamente na equipe catalã, onde poderia atuar com sete dos titulares da Fúria na campanha de seu primeiro título mundial.

Tanto Barcelona quanto Fabregas já anunciaram que gostariam de ver o atleta novamente no clube, mas o Arsenal ainda não aceitou a proposta e tem mostrado muita resistência para liberar seu principal craque.

“Foi espontâneo”, diz Casillas sobre beijo em namorada-repórter

Casillas beija Sara - foto: Reprodução

Casillas beija Sara - foto: Reprodução

O goleiro Casillas explicou o beijo que deu eu sua namorada, a repórter de TV Sara Carbonero, ao vivo, durante uma entrevista que ele concedia a ela logo após o título mundial conquistado pela seleção espanhola.

O jogador do Real Madrid disse que foi uma reação normal pela felicidade que estava vivendo logo depois de ajudar a “Fúria” a ganhar da Holanda por 1 a 0, neste domingo, no Soccer City, em Joanesburgo.

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“Foi espontaneidade, somos como todo mundo, gente normal, da rua e hoje demonstramos isso”, afirmou Casillas, à rede de TV SER, sobre o beijo em Sara.

A imagem do beijo foi uma grande surpresa inclusive para Sara. Ela perguntava para Casillas como ele se sentia e a quem ele dedicava o título, quando foi “atacada” pelo goleiro, eleito o melhor do Mundial, com um beijo. Em seguida, Casillas correu da entrevista porque já havia dito que não queria falar sobre a partida.

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Espanha constrói domínio com 93% dos pontos desde 2007

Foto: Reuters

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A vitória sobre a Holanda por 1 a 0, neste domingo, no Soccer City, confirmou a supremacia da seleção espanhola nos últimos quatro anos. Faltou apenas o título da Copa das Confederações à equipe dirigida por Vicente del Bosque, que foi campeã da Eurocopa, em 2008 em final contra a Alemanha, e da Copa do Mundo, em 2010.

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Durante esse tempo todo, a Espanha não deixou dúvida de que era a seleção com o melhor futebol do planeta. De uma maneira simples, o técnico Vicente del Bosque juntou atletas de grande capacidade de organização no meio-de-campo, como Xavi e Iniesta, uma defesa forte, com o goleiro Casillas e os zagueiros Puyol e Piqué, e um ataque goleador, com David Villa e Fernando Torres.

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E essa união resultou em uma campanha arrasadora desde 2007. Em três anos e seis meses, foram apenas duas derrotas. A primeira, na semifinal da Copa das Confederações de 2009, por 2 a 0 para os Estados Unidos, quando a “Fúria” não estava ligeiramente desfalcada. A outra não teve grande importância. Foi na estreia na Copa do Mundo de 2010, por 1 a 0 para retranqueira Suíça.

Nos últimos 55 jogos, foram 50 vitórias, três empates e duas derrotas, o que equivale a um aproveitamento de 92,7% dos pontos disputados. A Espanha até ameaçou o recorde de invencibilidade do Brasil, que ficou 35 jogos sem perder entre 1994 e 1996. A “Fúria” repetiu o número de partidas invicta e só não superou porque perdeu para os Estados Unidos em 2009.

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Depois da derrota para os EUA, a Espanha emendou 12 jogos de invencibilidade, com 100% de aproveitamento, o que se encerrou com a derrota para a Suíça, no dia 16 de junho. Depois dessa data, foram mais seis triunfos que levaram a equipe ao inédito troféu da Copa do Mundo.

Na campanha rumo ao título da Copa 2010, a Espanha foi perfeita nas eliminatórias, com 10 vitórias em 10 partidas. Em casa, marcou 14 gols e não sofreu nenhum. Como visitante, voltou a fazer 14 gols, mas sofreu quatro.

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Na fase final da Copa, na África do Sul, não teve o ataque tão positivo, com apenas oito gols marcados em sete partidas. Villa, com cinco gols, Iniesta, com dois, e Puyol foram os goleadores da “Fúria”. A defesa, entretanto, correspondeu e só sofreu dois tentos, ambos na primeira fase, na derrota para a Suíça e na vitória sobre o Chile por 2 a 1.

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Era vitoriosa do Barcelona inspira a Espanha rumo ao domínio mundial

Foto: Reuters

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A Espanha mostrou sua tradicional escola para conquistar a primeira Copa do Mundo de sua história. E grande parte do toque de bola desenvolvido pela Fúria e que lhe valeu vitórias sobre potências como Alemanha e Holanda se deve ao Barcelona, um dos times que reinaram no cenário do futebol mundial nos últimos anos.

Os principais jogadores de meio-de-campo da “Fúria” são também os cérebros do Barcelona. O volante Xavi e o armador Iniesta são os responsáveis pelos envolventes toques de bola da equipe, assim como fazem no time catalão desde 2006. Eles, no entanto, só passaram a jogar juntos no time titular do Barça em 2007, após as saídas de Deco e Ronaldinho Gaúcho.

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No Barcelona, comandados por Josep Guardiola, Xavi e Iniesta, ambos de 1,70 m de altura de pura habilidade, foram campeões europeus e mundiais em 2009. Na Espanha, eles não têm um Lionel Messi ao lado, mas repetiram o feito e também se sagraram donos do “Velho Continente”, batendo a Alemanha em 2008, e do mundo, agora ganhando da Holanda.

Em 2010, não tiveram o mesmo sucesso no Barcelona, mas conseguiram levar outros companheiros seus para a seleção. O volante Busquets virou o nome de confiança do técnico Vicente Del Bosque para proteger a defesa. Essa vaga, anteriormente, pertencia ao brasileiro Marcos Senna e passou também pelas mãos de Xabi Alonso.

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A dupla de zaga também virou 100% catalã. Puyol, que já era o titular no título continental de 2008, ganhou a companhia de Piqué, um defensor mais técnico, mas que nem por isso deixa a defesa da “Fúria” menos vigorosa.

Para completar o domínio do Barcelona, o centroavante Pedro, de apenas 20 anos de idade, virou titular nas semifinais da Copa. Ele era reserva no Barcelona, mas ganhou um lugar na equipe de Guardiola desbancando a estrela Ibrahimovic. E na seleção espanhola fez o mesmo com o centroavante Fernando Torres.

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Somando-se aos seis titulares já mencionados, o Barcelona pode se considerar “dono” de mais duas peças-chave da Espanha na Copa de 2010. O atacante David Villa, um dos quatro artilheiros do Mundial com cinco gols, acabou de ser contratado do Valencia e deve formar dupla de ataque com Messi, Pedro ou Ibrahimovic.

Outro jogador importante que pode vestir as cores do Barcelona é o meio-campista Fábregas. Titular absoluto do Arsenal, ele entrou no segundo tempo da finalíssima contra a Espanha no lugar de Xabi Alonso e mudou a história da partida. Deixou a “Fúria” mais ofensiva e foi o responsável pelo passe que resultou no gol do título de Iniesta.

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Mas outros jogadores importantes estão no arquirrival do Barcelona. O goleiro Casillas, eleito o melhor da Copa, é o titular do Real Madrid, assim como o lateral Sergio Ramos e o volante Xabi Alonso. O lateral-esquerdo Capdevila, do Villarreal, completa a relação dos titulares de Del Bosque.

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Holandês Kuyt reclama da arbitragem e lamenta gols perdidos na final da Copa

Kuyt e treinador na derrota para Espanha (Reuters)

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O resultado da grande final da Copa do Mundo poderia ter sido outro se os holandeses aproveitassem melhor as boas oportunidades que tiveram para balançar as redes, mas o atacante Kuyt enxerga outra razão para o revés: um erro da arbitragem.

“Não gostaria de culpar ninguém pelo resultado, mas o árbitro nos atrapalhou. O erro dele nos custou a Copa do Mundo”, reclamou, referindo-se ao lance que originou o gol marcado por Iniesta, aos 11 minutos do segundo tempo da prorrogação.

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No início da jogada, o meia Sneijder bateu falta de longa distância e a bola foi desviada antes de sair pela linha de fundo, mas árbitro inglês Howard Webb assinalou tiro de meta em vez de escanteio.

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Apesar da insatisfação, o holandês soube reconhecer as deficiências de sua equipe, que teve pelo menos duas oportunidades claras de gol durante o jogo, ambas com Robben, que parou em defesas de Casillas.

“Eles marcaram o gol, então o título é deles. Nós tivemos algumas chances e não soubemos aproveitá-las como deveríamos”, resumiu o jogador do Liverpool. (Fonte: Gazeta Press)

Bert Van Marwijk admite jogo duro da Holanda, mas critica árbitro

De Jong deu um golpe em Xabi Alonso no 1º tempo (Reuters)

De Jong deu um golpe em Xabi Alonso no 1º tempo (Reuters)

A Holanda chegou à final da Copa do Mundo exibindo um futebol rápido e eficiente, mas se esqueceu de seu estilo na decisão, recuou e abusou das faltas sobre a Espanha. Depois da derrota por 1 a 0, neste domingo, o técnico da Laranja, Bert Van Marwijk, admitiu a mudança de postura de seus atletas, sem se esquecer de apontar também as infrações do adversário.

“Esse não é o estilo de jogo holandês, mas, em uma final, os nervos ficam exaltados. E acho que a Espanha também cometeu faltas duras”, afirmou.

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A seleção de Van Marwijk cometeu 28 infrações, sofreu 19 e recebeu sete cartões amarelos (contra cinco dos campeões). Além disso, Heitinga foi expulso durante a prorrogação. Porém, o técnico holandês acredita que o adversário também merecia ter um jogador excluído de campo.

“O Robben sofreu uma falta em que o árbitro deveria ter dado o segundo cartão amarelo para o adversário (Puyol). E, no lance anterior ao gol, era para ter sido escanteio nosso. Mas não vou culpar a arbitragem, porque a Espanha foi melhor”, afirmou.

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Já no tempo-extra, Robben ganhou na corrida de Puyol, que tentou fazer a falta, mas o árbitro deu a vantagem, e o atacante seguiu desequilibrado até perder para Casillas. Depois do lance, camisa 11 holandês reclamou bastante e ouviu uma bronca do apitador. (Fonte: Gazeta Press)

Del Bosque parabeniza Holanda, mas destaca alegria espanhola

Del Bosque levou Fúria ao título (AP)

Del Bosque levou Fúria ao título (AP)

O técnico da Espanha, Vicente Del Bosque, fez questão de parabenizar o futebol apresentado pela Holanda na final da Copa do Mundo da África do Sul, neste domingo em Johanesburgo.

A Fúria venceu por 1 a 0, com um gol no segundo tempo da prorrogação e conquistou o Mundial pela primeira vez em sua história. A Laranja Mecânica agora amarga três vice-campeonatos: 1974, 1978 e 2010.

“Quero felicitar nosso rival, que tornou a partida muito difícil. Foi um jogo muito intenso. O Robben teve a chance de marcar, mas a partir daí dominamos, tivemos mais profundidade, oportunidades muito claras com Fábregas e Villa. Isso é o futebol”, disse o comandante espanhol.

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“A equipe rival tem mérito de aguentar um forte ritmo de marcação durante os 90 minutos e contra-atacando”, completou o treinador, lembrando da principal arma do setor ofensivo da Holanda, o contragolpe.

Apesar de adotar tom político ao elogiar a equipe holandesa, Del Bosque não conseguiu esconder a alegria por ter levado a Espanha a seu primeiro título mundial. O treinador revelou até que era complicado felicitar os jogadores no vestiário, por conta da festa promovida pelos atletas.

“É difícil falar alguma coisa no vestiário, estão todos contentíssimos. A Espanha merece esta conquista, esta Copa do Mundo”, completou o técnico espanhol. (Fonte: Gazeta Press)