Fifa não registra nenhum caso de doping em exames pré-Copa
A Fifa informou, neste sábado, que nenhum caso de doping foi constatado nos exames feitos no período pré-Copa do Mundo. Foram submetidos ao teste oito jogadores de cada uma das 32 equipes, totalizando 256 amostras. 14 das seleções foram examinadas quando já estava na África do Sul.
Os testes seguirão sendo realizados durante os jogos, quando dois atletas de cada equipe serão sorteados. Ao todo, a Fifa pretende fazer 512 exames de sangue e de urina até o final da competição, em 11 de julho. O resultado é positivo, já que desde 1994 não há um caso de doping registrado em mundiais – Maradona foi o último pego.
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“Fazemos 40 mil exames ao ano. Os jogadores sabem que podem ser controlados, mas também se trata de um esporte coletivo, estão sob os cuidados de profissionais. Por último, não há cultura do doping porque é um esporte não só físico, há técnica e estratégia”, explicou Michel D’Hooghe, presidente da comissão médica da Fifa.
“Não podemos dizer que não há doping no futebol, mas sim que não há cultura do doping”, continuou o médico. Ele ainda ressaltou que a luta contra as substâncias é proibidas, já que cada exame custa à Fifa US$ 1 mil. A eficiência tem sido grande, mesmo assim.
“Os últimos casos de jogadores de nível mundial foram dois mexicanos na Copa das Confederações da Alemanha, em 2005″, disse Michel D’Hooghe, em referência a Salvador Carmona e Aaron Galindo. (Foto: Gazeta Press)
