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Alemanha pode deixar Brasil para trás e se consolidar como o maior finalista da história das Copas

Foto: Getty Images

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[Texto: Ricardo Zanirato]

Cheia de ausências e lesões, a Alemanha embarcou para a África do Sul com o humilde discurso de que os favoritos eram os outros, que a meta era chegar às semifinais e que os jovens precisariam de ajuda dos mais experientes para enfrentar o desafio de jogar uma Copa do Mundo.

“O time não pode ficar abalado por conta das ausências. O maior objetivo é chegar às semifinais, embora sonhemos com mais do que isso. Temos uma grande competição pela frente e um bom time para enfrentá-la. Os líderes da equipe precisam garantir que não haja dúvidas sobre isso”, disse, no dia 31 de maio, o lateral Lahm, novo capitão da equipe, em entrevista na concentração da seleção na cidade de Eppan, no norte da Itália.

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DIVIRTA-SE: O JOGO DA COPA DO MUNDO DO ABRIL.COM

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Enquanto os holofotes se voltavam para Brasil, Argentina, Itália, Espanha e Inglaterra, o time de Joachim Löw trabalhou sem pressão e está a 90 minutos de se consolidar como a seleção que disputou mais finais na história das Copas. Atualmente, Brasil e Alemanha estão empatados com 7 jogos finais para cada lado.

Apesar da Fifa atribuir sete finais para a seleção brasileira, existe uma controvérsia. Em 1950, Brasil, Uruguai, Suécia e Espanha se classificaram para um quadrangular final. Por uma (in)feliz coincidência, Brasil e Uruguai chegaram à última rodada empatados na primeira posição. Entretanto, a seleção canarinho, por ter goleado Espanha e Suécia (7 a 1 e 6 a 0), tinha a vantagem do empate na partida decisiva. Mas como nem tudo é perfeito, o Brasil levou 2 a 1 do Uruguai, perdeu a Copa e protagonizou o “Maracanazzo”.

Mesmo com a dolorosa derrota em casa, o Brasil venceu cinco das outras seis finais que jogou. Já a Alemanha, venceu apenas três dos setes jogos decisivos em que esteve presente. Em todas as vezes que levantou a taça de campeã do mundo, a Alemanha ainda estava dividida pela Guerra Fria e se chamava Alemanha Ocidental. Com a nomenclatura atual, os alemães jogaram apenas a final de 2002, quando perderam para o Brasil de Ronaldo, Rivaldo e Marcos.

Alemanha e Espanha se reencontram depois de final da Euro 2008

Foto: Getty Images

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Enquanto os brasileiros jogaram finais em 1950, 58, 62, 70, 94, 98 e 2002, os alemães estiveram presentes em 1954, 1966, 1974, 1982, 1986, 1990 e 2002. Apesar do Amplo domínio dos dois países, eles só se enfrentaram uma única vez na história das Copas: na final de 2002 (2 a 0 Brasil).

Copa terá campeão europeu fora de “casa” pela primeira vez

Outro recorde que o time “come quieto” da Alemanha 2010 ampliou foi o de maior semifinalista da história das Copas. Ao entrar em campo contra a Espanha, nesta quarta-feira (7), o país de Schumacher consolidará sua hegemonia: 12 semifinais contra apenas 10 do Brasil.

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Confira o desempenho da Alemanha (entre 1954 e 1990, os dados são da Alemanha Ocidental) nas Copas:

1930: não participou
1934: terceiro lugar
1938: 1ª fase
1950: banida
1954: campeã
1958:
quarto lugar

1962: quartas-de-final
1966: vice-campeã
1970:
terceiro lugar
1974: campeã

1978: 2ª rodada
1982: vice-campeã
1986: vice-campeã
1990: campeã
1994:
quartas de final
1998: quartas de final
2002: vice-campeã
2006:
terceiro lugar
2010: semifinalista

Alemanha define goleiro titular e substituto de Ballack

Foto: Reuters

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Duas das maiores dúvidas da seleção alemã para a disputa da Copa do Mundo já estão bem resolvidas. Neste domingo, o técnico Joachim Low afirmou ter definido o goleiro titular para o Mundial e o novo capitão, que substituirá o lesionado Michael Ballack. Ele só não revelou os nomes.

“Está claro para nós as decisões sobre quem será o capitão e o goleiro da equipe”, disse o comandante, após uma das sessões de treinamento na Itália, onde a equipe faz a preparação para a competição da África do Sul. A definição pela camisa 1 da seleção deixou o torcedor sem ter como fazer apostas.

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Isso porque o titular nos últimos amistoso foi Rene Adler, do Bayer Leverkusen. Porém, o jogador fraturou uma das costelas e acabou cortado da relação de pré-convocados de Joachim Low. Para seu lugar, foi chamado Hans-Jorg Butt, do Bayern de Munique. Apesar de ‘novato’, ele pode assumir a posição de titular.

O arqueiro do Bayern vive grande fase, depois de ajudar sua equipe a conquistar o Campeonato Alemão e a Copa da Alemanha – apesar de não ter evitado a perda do título da Copa dos Campeões. Os outros candidatos são Manuel Neuer, do Schalke 04, e Tim Wiese, do Werder Bremen.

Já a situação de Ballack chegou a ser dramática. Principal atleta da seleção da Alemanha, ele se lesionou no último jogo do Chelsea na temporada e teve de ser cortado. O meia tem sido o capitão da equipe desde que o goleiro Oliver Kahn se aposentou. (Com informações da Gazeta Press)

Parreira corta meio-campo por problema cardiovascular

23, maio, 2010 1 comentário
Foto: Reuters

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O técnico Carlos Alberto Parreira anunciou, neste domingo (23), que não contará com o meio-campo Andile Jali para a Copa do Mundo. O atleta foi enviado aos Estados Unidos para fazer teste cardíaco e, com problemas, não será aproveitado no Mundial pelos Bafana Bafana.

“Sua carreira não está ameaçada, mas ele deve ter a condição de investigar para que sua carreira possa continuar. Eu disse a ele que seria melhor tê-lo checar isso adequadamente. Nós não queremos pôr sua vida em perigo”, afirmou Carlos Alberto Parreira, adotando cautela no caso.

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Apesar de leve, o problema cardiovascular vai impedir a ida do atleta à Copa do Mundo, que será sediada justamente pela África do Sul. Com a saída de Andile Jali, Parreira terá de excluir mais cinco atletas para a disputa da competição, já que a pré-lista convocada contava com 29 jogadores. (Com informações da Gazeta Press)

Juan afirma para jornal que time atual “é mais preparado psicologicamente” que o de 2006

Foto: Getty Images

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O zagueiro da Roma e da Seleção Brasileira, Juan, afirmou, em entrevista publicada nesta quinta-feira (20) pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, que o atual time verde-amarelo é mais “preparado psicologicamente do que a equipe da Copa de 2006”, que contava com os experientes Dida, Cafu, Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho, Ronaldo e Adriano.

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O ex-flamenguista afirmou ainda que o time da última Copa era mais forte individualmente, com peças “capazes de desequilibrar uma partida a qualquer momento e que o time de hoje prima mais pelo conjunto”.

No final da entrevista, o zagueiro deu de ombros quando foi questionado sobre a ausência de Adriano na lista de Dunga. “Estamos com a cabeça voltada somente em fazer o melhor pelo Brasil”, fugiu da resposta o defensor.

Técnico da Costa do Marfim mira revanche contra Portugal na Copa

Foto: Getty Images

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A seleção portuguesa tem sido uma verdadeira ‘pedra no sapato’ do técnico sueco Sven-Goran Ericksson na última década. Quando era técnico da Inglaterra, ele viu seu time ser eliminado duas vezes diante do rival europeu. Comandando a seleção da Costa do Marfim, ele tem os portugueses na mira para a primeira fase da Copa do Mundo da África do Sul.

“Portugal me eliminou duas vezes. Desta vez, espero poder mudar isso”, afirmou ao jornal Corriere dello Sport, se referindo às quedas na Eurocopa de 2004 e no Mundial da Alemanha, em 2006. Nas duas oportunidades, a eliminação veio após disputa de pênaltis na fase quartas de final. Esse é o estágio no qual ele espera levar os Elefantes Brancos.

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“Todos estão sonhando em chegar até as quartas ou semifinais. Estamos em um grupo difícil, mas seria ótimo conseguir esse progresso”, continuou Ericksson, que, depois de estrear contra Portugal na África do Sul, terá pela frente a Coreia do Norte e a seleção brasileira. A grande esperança marfinense para avançar de fase é o atacante Didier Drogba.

“Temos jogadores de primeiro nível, não só o Didier Drogba, que é um grande atacante. Falei com ele e ele vai ser extremamente importante dentro e fora de campo”, complementou Sven-Goran Eriksson, manifestando sua confiança na estrela do setor ofensivo do Chelsea, time da Inglaterra. (Fonte: Gazeta Press)

Pelé diz que Dunga foi coerente ao não convocar Ganso e Neymar

Foto: Getty Images

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Em tom de brincadeira, Pelé diz que gostaria de ver todo o badalado time do Santos na seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul. Mas quando analisa com seriedade a convocação, o Rei do futebol dá razão à escolha do técnico Dunga por preferir peças mais experientes do que os jovens Neymar e Paulo Henrique Ganso.

“Conheço a maneira de pensar do Dunga. Houve coerência. O fato de os meninos não terem sido testados em outras partidas pesou bastante”, definiu o ex-camisa 10 nesta sexta-feira, em um evento organizado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), na capital paulista.

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Durante a convocação, Dunga foi lembrado que Pelé disputou a Copa do Mundo de 1958 com apenas 17 anos. Contudo, o próprio ‘atleta do século’ respondeu que havia participado antes do Mundial de alguns torneios com a camisa verde-amarela, como a Copa Rocca e as Eliminatórias do Mundial. “O Neymar, por exemplo, nem saiu direito de Santos, disputou agora um Campeonato Paulista”, reforçou.

Por outro lado, Pelé elogiou a recuperação de Ronaldinho Gaúcho com a camisa do Milan, da Itália. Ele citou que o atleta poderia ganhar uma chance pelo menos entre os reservas. Ainda assim, a ordem é evitar polêmicas e apoiar Dunga na busca pelo hexacampeonato.

“Eu também quero agradecer os elogios que o Dunga fez a mim durante a convocação”, ressaltou o maior ídolo brasileiro, em referência ao fato de o treinador citar que Neymar e Ganso “não eram novos Pelés”. (Fonte: Gazeta Press)

Ronaldinho Gaúcho se distancia do sonho de ir à Copa

9, fevereiro, 2010 55 comentários


(Ronaldinho está cada vez mais longe da Copa de 2010 – foto: Reuters)

Dunga jamais poderá ser acusado de incoerência no comando da seleção brasileira. Só que essa postura do treinador está custando caro a um dos maiores ídolos deste século do futebol brasileiro. Ronaldinho Gaúcho, que atualmente joga pelo Milan, tem cada vez menos tempo para convencer que merece um lugar na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

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Veja a lista de convocados para o amistoso contra a Irlanda

Nem os bons momentos que viveu no Milan desde o início do ano fizeram Dunga mudar de ideia. Afastado da seleção desde abril de 2009, Ronaldinho vem perdendo feio a disputa por vaga no meio-de-campo e no ataque e, pela convocação que Dunga fez nesta terça-feira para o amistoso contra a Irlanda, dificilmente conseguirá beliscar um lugar.

Os meias-atacantes preferidos de Dunga são Kaká, que é um titular indiscutível, e Júlio Baptista. O ex-são-paulino não vive boa fase na Roma e é um dos nomes contestados, mas sempre foi bem na seleção. E para o treinador, a atuação de Júlio Baptista no título da Copa América de 2007 é inesquecível.

Ainda na armação de jogadas, Dunga também recorreu a dois nomes de confiança. O primeiro é Elano, titular praticamente desde que assumiu o comando do time canarinho. O segundo é Ramires, que está mal no Benfica. O ex-cruzeirense, porém, foi um dos grandes destaques no título da Copa das Confederações de 2009 e ainda tem a vantagem de poder atuar como volante.

No complemento do meio-de-campo, também só jogadores que ganharam a confiança de Dunga ao longo desses mais de três anos. Josué fazia parte do trio de marcação do meio na Copa América de 2007, enquanto Felipe Melo começou a ganhar moral justamente quando Ronaldinho caiu de produção. Desde fevereiro do ano passado se firmou e, mesmo com as críticas que vem recebendo na Juventus, é um dos nomes de confiança do “professor”.
Kléberson começou a ganhar moral com o treinador no ano passado. Sofreu com uma lesão no amistoso contra a Estônia, mas está de volta, graças às boas atuações no Flamengo e à experiência de Copa do Mundo adquirida em 2002.


No ataque, a situação também está ruim para Ronaldinho. Luís Fabiano e Robinho são nomes indiscutíveis não só no grupo, como no time titular. Foram eles que carregaram o ataque da seleção a uma memorável campanha nas eliminatórias para a Copa do Mundo.

Completando os jogadores de frente, Adriano, pelo diferencial do vigor físico e das jogadas aéreas, garantiu seu lugar. Sobrou para Ronaldinho brigar com Nilmar.

Só que o ex-colorado, mesmo sem brilhar no Villarreal, foi bem na seleção quando foi chamado para substituir Robinho. Fez gols nos jogos derradeiros da seleção e nos últimos amistosos do ano passado, contra Inglaterra e Omã. Além disso, é uma opção de jogador com velocidade e com presença de área.

DEFESA

A retaguarda da convocação de Dunga tem uma grande dúvida só no lado esquerdo. Michel Bastos, do Lyon, parece ser o preferido da vez. Gilberto voltou à mira do treinador, depois de ver que André Santos e Kléber não agradaram no fim do ano passado. Já no lado direito, Maicon e Daniel Alves são indiscutíveis.

Entre os zagueiros, Lúcio e Juan são os titulares, enquanto Luisão é a terceira opção. Para completar a convocação, Thiago Silva está na frente. E isso se deve à experiência internacional adquirida pelo ex-jogador do Fluminense, atualmente no Milan. Desde que virou titular na Itália, passou a ganhar a preferência em relação a Miranda, do São Paulo.

No gol, a disputa está apenas pela reserva de Júlio César, considerado um dos melhores do mundo. O seu substituto seria Doni, da Roma, um dos nomes mais contestados, mas que virou de confiança. O terceiro da lista ficará entre Gomes, do Tottenham, e Victor, do Grêmio.

Ao lado da taça, Pelé defende Ronaldinho Kaká e Robinho juntos

6, fevereiro, 2010 138 comentários


(Pelé acompanhou a chegada da taça da Copa do Mundo ao Rio – foto: Reuters)

O vigor físico, o entusiasmo, o sorriso incontido e a simpatia estão lá, 70 anos depois. Pelé lançou neste sábado, no Forte de Copacabana, no Rio, o livro Pelé 70, com imagens raras e inéditas de sua fantástica carreira, em comemoração ao seu aniversário de 70 anos. O maior jogador de todos os tempos teve uma companheira à altura para a ocasião. A taça da Copa do Mundo, exposta em todo o esplendor de seus 18 quilates de ouro maciço, brilhava ao lado do Rei.

Como em toda cerimônia em que se faz presente, Pelé teve de falar de suas expectativas para a Copa na África do Sul e sobre seleção brasileira. Entre os assuntos, o jogador do século defendeu a possibilidade de Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Kaká jogarem juntos. 

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“Na Copa de 70, todo mundo dizia que eu, o Rivelino, o Jairzinho e o Tostão não poderíamos jogar juntos. E deu muito certo. Não vejo por que Ronaldinho, Kaká e Robinho não possam dar certo também”, avaliou Pelé, ressaltando que a recuperação do futebol de Ronaldinho, no Milan, só dificulta ainda mais a tarefa do técnico Dunga para as futuras convocações.

O craque aproveitou para fazer um apelo ao torcedor brasileiro e, por extensão, aos jornalistas. “Deixem o Dunga trabalhar direito. É hora de apoiar irrestritamente a seleção, mesmo que as coisas não estejam caminhando bem no início. Será uma Copa muito disputada. Não há nenhuma seleção que está muito acima das outras”.

Sobre o livro, Pelé comentou em especial fotos do início de sua carreira, quando ainda era um moleque mirrado e já demonstrava condição atlética incomum. “Tem quatro fotos comigo, baixinho, subindo acima das luvas do goleiro para cabecear uma bola”, destacou.

A Taça do Mundial está em turnê pelo mundo e chegará a São Paulo neste domingo, onde fica até terça-feira, seguindo depois pelo seu passeio pela América Latina.

Nigéria demite treinador e busca nome de expressão

5, fevereiro, 2010 167 comentários

A Federação Nigeriana de Futebol (NFF) anunciou nesta sexta-feira a demissão do técnico da seleção nacional, Shaibu Amodu. Os dirigentes da entidade aproveitaram para divulgar uma lista de possíveis nomes para comandar as Super Águias na Copa do Mundo da África do Sul. O treinador já estava sob pressão desde o decepcionante terceiro lugar conquistado na Copa Africana de Nações.

Buscando ocupar a vaga a curto prazo, os nigerianos têm nomes de expressão mundial em sua lista de possíveis técnicos: além do holandês Guus Hiddink, treinador da Rússia, estuda-se também a possível contratação de Louis Van Gaal, atual comandante do Bayern de Munique. Entre os menos badalados, estão o sérvio Ratomir Djukovic., ex-técnico de Gana, o inglês Peter Taylor, ex-treinador interino da Inglaterra e o francês Bruno Metsu.

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Amodu e sua comissão técnica treinarão agora o segundo time da Nigéria, que está se preparando para o Campeonato Africano de Nações de 2011, voltado apenas para jogadores africanos que atuam em suas respectivas ligas. Apesar de ter garantido a classificação para o Mundial em novembro de 2009, Amodu foi muito criticado pela imprensa e pelos torcedores. Ele havia sido técnico da Nigéria também na Copa de 2002, na Coreia do Sul e no Japão.

Os nigerianos tem um compromisso difícil na estreia da Copa do Mundo deste ano. Encaram a Argentina, de Diego Armando Maradona, no dia 12 de junho, em Johanesburgo. Sorteada para o grupo B, a Nigéria também encara a Coreia do Sul e a Grécia para brigar por uma vaga nas oitavas de final. (Fonte: Gazeta Press)

Árbitro Carlos Eugênio Simon é escalado para a Copa de 2010

5, fevereiro, 2010 31 comentários


(Foto: Getty Images)

Nesta sexta-feira, a primeira escalação para a Copa do Mundo de 2010 foi anunciada. Por meio de um comunicado oficial, a FIFA anunciou os 30 árbitros que irão apitar nos campos do Mundial da África do Sul.

O representante brasileiro na lista é o gaúcho Carlos Eugênio Simon, que esteve presente nas Copas de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, e em 2006, na Alemanha, e se torna um recordista nacional em participações em Mundiais, superando Armando Marques (66 e 74) e Arnaldo Cezar Coelho (78 e 82).

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Além disso, os auxiliares brasileiros na Copa do Mundo serão os também gaúchos Altemir Haussman e Roberto Braatz.

A escolha de Simon não teve interferência no desempenho dele no Brasil. No ano passado, ele voltou a ser bastante contestado após um erro cometido no jogo entre Fluminense e Palmeiras, que era decisivo para as pretensões alviverdes no Campeonato Nacional.

Quem também estará presente na Copa do Mundo de 2010 é o sueco Martin Hansson, famoso por validar o polêmico gol de mão de Thierry Henry contra a Irlanda, que garantiu a classificação dos franceses à África do Sul.

A Fifa selecionou seis árbitros da Conmebol, 10 da Uefa, dois da Oceania, quatro da Ásia, quatro da Concacaf e quatro da África. Veja a seguir o nome dos 30 árbitros:

Khalil Ibrahim – Cazaquistão
Ravshan Irmatov – Uzbequistão
Subkhiddin Mohd Salleh – Malásia
Yiuchi Nishimura – Japão
Mohamed Benouza – Argélia
Koman Coulibaly – Mali
Jerome Damon – África do Sul
Eddy Allen Maillet – Ilhas Seychelles
Joel Antonio Chicas – El Salvador
Benito Armando Archundia – México
Carlos Alberto Batres – Guatemala
Marco Antonio Rodrigues Moreno – México
Carlos Amarilla – Paraguai
Hector Baldassi – Argentina
Jorge Larrionda – Uruguai
Pablo Antonio Quinteros – Chile
Oscar Ruiz – Colômbia
Carlos Eugênio Simon – Brasil
Michael Hester – Nova Zelândia
Peter O’Leary – Nova Zelândia
Olegário Manuel Benquerenca – Portugal
Massimo Busacca – Suíça
Frank de Bleeckere  – Bélgica
Martin Hansson – Suécia
Viktor Kassai – Hungria
Stephane Lannoy – França
Roberto Rosetti – Itália
Wolfgang Stark - Alemanha
Alberto Mallenco – Espanha
Howard Webb – Inglaterra