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Ronaldo se solidariza com Adriano no Twitter

O atacante Ronaldo dependia de um “milagre” para ser convocado para a Copa do Mundo da África do Sul, como ele mesmo definiu. Mas estava torcendo para que alguns colegas fossem chamados por Dunga, entre eles Adriano, Ronaldinho Gaúcho, Neymar e Paulo Henrique Ganso. Em seu Twitter (www.twitter.com/claroronaldo), o corintiano manifestou apoio aos amigos.

“Minha solidariedade para todos que ficaram fora. Força Adriano!”, escreveu Ronaldo, que enfrentou recentemente o seu parceiro de ataque no Mundial de 2006. O Flamengo de Adriano eliminou o Corinthians da Copa Libertadores da América.

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Na véspera da convocação, Ronaldo já havia adiantado que discordava do posicionamento de Dunga nos últimos amistosos. Mas começou a se conformar: “Óbvio que todos têm a sua preferência Resta torcer e acreditar no Dunga…”.

Ronaldo prometeu atualizar o seu Twitter após o treinamento do Corinthians, na tarde desta terça-feira, no Parque São Jorge. A ferramenta foi criada através de um patrocínio acertado pelo atacante.

Fonte: Gazeta Press

“Interesse tem que ser em três anos e meio e não nos últimos vinte dias”, diz Dunga


(Dunga – Foto: AP)

Dunga acredita que o trabalho desenvolvido por ele à frente da seleção brasileira fez com que jogadores experientes voltassem a reivindicar vaga na seleção brasileira. O treinador não citou nomes na entrevista coletiva, nesta terça-feira, mas falou sobre o assunto.

“A seleção voltou a ter interesse, mas esse interesse tem que ser em três anos e meio e não nos últimos vinte dias”.

Entre os jogadores que pediram vaga no Mundial da África do Sul estão Roberto Carlos, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho, que fizeram parte da seleção brasileira na Copa de 2006, na Alemanha, e que foram alguns dos focos de críticas após a vexatória eliminação diante da França.

Roberto Carlos, que havia desistido de defender a seleção brasileira após a Copa do Mundo de 2006, voltou a pedir um lugar na equipe comandada por Dunga após retornar ao Brasil e ter boas atuações pelo Corinthians.

Ronaldinho passou a maior parte dos últimos quatro anos em baixa. Mas voltou a brilhar pelo Milan na atual temporada e ganhou os holofotes da mídia. Já Ronaldo ficou na berlinda após os títulos conquistados em 2009, mas está fora de forma física, o que acabou com suas chances de disputar seu quinto Mundial.

O grupo comandado por Carlos Alberto Parreira na época foi novamente criticado pelo atual treinador do Brasil. “O presidente (Ricardo Teixeira) me colocou que eu teria que fazer uma renovação por uma série de fatores que vocês sabem”.

Ronaldo pede a convocação de Neymar, Ganso e Ronaldinho


(Neymar, Ronaldinho Gaúcho e Paulo Henrique Ganso – Foto: Getty Images e Divulgação)

Na véspera da convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo da África do Sul, o atacante Ronaldo defendeu nesta segunda-feira a convocação de Neymar, Paulo Henrique Ganso e Ronaldinho Gaúcho por parte do técnico Dunga. O Fenômeno, já descartado da lista, afirmou que o Brasil cresceria muito com a qualidade desses jogadores na competição.

Ronaldo destacou que a convocação de Neymar manteria um histórico vencedor da seleção. “O Pelé defendeu o Brasil com 17 anos [no Mundial de 1958]. Depois fui eu, também com 17 [na Copa de 1994]. A convocação de Neymar [de 18 anos] repetiria algo muito legal, principalmente porque ele está merecendo.”

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Sobre Ronaldinho, o Fenômeno também defendeu a convocação do jogador. “Futebol é momento, e os melhores devem ser convocados. Acredito que ele será chamado. Ele voltou a jogar um grande futebol no Milan… Mas é o Dunga quem convoca. E convocação é sempre complicado.”

Outro motivo de polêmica foi Adriano. O jogador do Flamengo ficou de fora do jogo contra o São Paulo e passa por problemas fora de campo. Ronaldo, porém, afirmou que o Imperador tem a confiança de Dunga. “O Adriano estará na Copa. Ele nunca decepcionou na seleção. Qualquer julgamento [sobre a vida dele] é complicado.”

Dunga anunciará nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, os 23 jogadores que defenderão a seleção brasileira no Mundial. “O Brasil é sempre favorito”, afirmou Ronaldo. “E sempre vai ser favorito em qualquer competição. Eu converso com os jogadores dos outros países, e eles têm o futebol brasileiro como base.”

ADEUS À SELEÇÃO – Ronaldo sabe que não será convocado por Dunga e destacou seu passado vitorioso no Brasil. “A minha história na seleção foi maravilhosa. Fui campeão duas vezes da Copa, e tenho outras conquistas. Só tenho que agradecer e espero ter contribuído com o povo brasileiro”, disse o Fenômeno, já em tom de adeus à seleção.

COMENTARISTA – Fora da lista de Dunga, Ronaldo fechou contrato de um ano com a Claro, rival da Vivo, empresa de telefonia móvel que patrocina a seleção brasileira. O Fenômeno fará comentários dos jogos através do twitter – analisará, inclusive, a convocação desta terça-feira. O endereço para acompanhar os comentários é: twitter.com/ClaroRonaldo.

“Vou comentar e responder o que o público quer saber”, afirmou o jogador. “Quanto ao Twitter, é uma novidade grande. Tenho de aprender a utilizar, pois vai ser a primeira vez. Espero interagir muito e pôr bastante conteúdo. Acredito que os treinos no Corinthians não atrapalharão.” (Fonte: Agência Estado)

Ronaldo admite não merecer a seleção, mas quer Roberto Carlos


(Ronaldo revela carinho com Roberto Carlos – fonte: Gazeta Press)

Ronaldo já mostra conformismo com as poucas chances que tem de defender a seleção brasileira. O atacante do Corinthians sabe que não vive bom momento e diz que não se convocaria para a Copa do Mundo. Mas dá uma força para que o lateral-esquerdo Roberto Carlos, seu companheiro no Alvinegro e amigo, esteja no grupo de Dunga na África do Sul.

“O Dunga tem que chamar os melhores na atualidade. No meu caso, tive um começo de ano muito complicado por causa da lesão muscular. Ainda não conseguir atingir a minha melhor forma. Já o Roberto está demonstrando que continua sendo importante para o Brasil. Ele vem marcando gols e jogando bem. Estou na torcida”, disse Ronaldo.

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O atacante tem outros motivos para fazer lobby por Roberto Carlos, seu colega no Real Madrid e na própria seleção brasileira. Quando fala sobre o lateral esquerdo, Ronaldo chega a lacrimejar. “Vocês querem me fazer chorar”, sorriu, antes de voltar a fazer uma série de elogios.

“Durmo com o Roberto há muitos anos. Mas isso é dividindo os quartos nas concentrações, antes que alguém faça alguma piadinha. Ele é diferente de mim em algumas coisas. Apesar de assistir a todos os jogos de futebol, até da Série A-3, e querer me impor a música sertaneja, a nossa convivência sempre foi bem agradável. Temos diferenças, mas os valores são idênticos. Posso dizer que o Roberto é um grande amigo. A nossa história é digna de um livro”, afirmou Ronaldo.

As fases dos dois astros do Corinthians também são distintas. Roberto Carlos conseguiu beirar a unanimidade no Parque São Jorge em pouco tempo, assim como Ronaldo havia feito no passado. Em 2010, no entanto, o Fenômeno demorou a entrar em forma e chegou até a ser contestado por alguns torcedores após a derrota para o Paulista (os mesmos que aplaudiram o lateral esquerdo pouco depois). Como resposta, mostrou o dedo médio para o público.

Nos últimos jogos do Corinthians, Ronaldo voltou a marcar gols e a fazer assistências, mesmo sem encantar. O que refez as suas esperanças de disputar mais uma Copa do Mundo. “Eu não desisto de nada. Ouvi o outro lado dizer que eu estava fazendo pressão, mas nunca fiz. Não mereço ir para a seleção brasileira agora, é evidente. Mas continuo à disposição do meu país. Seria um grande orgulho defendê-lo novamente”, avisou. (Fonte: Gazeta Press)

Elias diz que não tem expectativa de disputar a Copa

31, março, 2010 Sem comentários


(Elias – Foto: AP)

O meio-campista Elias não se ilude com os elogios. Após a boa atuação na vitória sobre o São Paulo, o jogador do Corinthians garantiu que não tem nenhuma expectativa de disputar a Copa do Mundo de 2010 pela seleção brasileira.

“Hoje, não. A equipe que foi formada pelo Dunga já é muito forte. O grupo está focado para conquistar a Copa”, disse Elias, sem se abater com a falta de oportunidades. “Espero ser convocado para a próxima Copa, de 2014. Vou batalhar para isso”, projetou.

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Um dos jogadores mais próximos de Ronaldo no elenco do Corinthians, Elias também não quis fazer lobby por nenhum companheiro. O volante evitou dar palpites sobre a lista de jogadores relacionados para o Mundial.

“Aí, é polêmica. Vou ficar em cima do muro nessa. Deixem esse problema para o Dunga, que já tem muitas coisas para resolver”, sorriu.

Por enquanto, então, Elias só se preocupa com o Corinthians. O jogador passou a atacar mais depois que Mano Menezes começou a escalar a equipe com três volantes.

“Todos os jogadores gostam de ter essa liberdade. Não fujo dessa realidade. A minha função costuma ser a de segundo volante, mas atuar como terceiro homem do meio-campo está de bom tamanho para mim”, concluiu Elias. (Fonte: Gazeta Press)

E se Adriano for cortado? Quem vai ser o substituto?

17, março, 2010 20 comentários

Adriano vem se envolvendo em diversas confusões na favela, assumiu que bebe uma ou outra cervejinha e viu seu próprio time dizer que precisava de tratamento contra o álcool. Dunga já declarou que prefere não repetir o erro de 2006, quando a festa tomou conta da concentração da seleção brasileira.

Tudo indica que se o Imperador continuar assim, ele deve perder a sua vaga entre os convocados para Copa do Mundo. Por isso, o Abril.com elegeu alguns dos possíveis substitutos para Adriano na seleção brasileira.

Justamente pelo mesmos problemas, se envolver em confusões na favela e, recentemente, ter vídeos que circularam na internet com orgias e bebidas, Vagner Love, artilheiro do Estadual do Rio, foi excluído da lista. que considera só aqueles que não vem sido convocado pelo professor do time mais desejado do país.

Fred – O atacante vive uma fase muito boa no Fluminense. Depois de voltar a andar a passos lentos no início de temporada, o jogador, que tem uma boa experiência internacional e até uma chance na Copa do Mundo, andou até fazendo golaços de vôleio e voltou a ser apontado como um dos melhores em atividade no Brasil.

Foto: Photocamera

Grafite – O jogador do Wolfsburg ganhou recentemente uma chance com Dunga, no amistoso contra a Irlanda. Ele não decepcionou, participou de uma triangulação com Robinho e Kaká que acabou em gol, e fez uma ótima temporada no Campeonato Alemão em 2009/2010.

Foto: Getty Images

Alexandre Pato – Ele é uma jovem aposta desde quando surgiu no Internacional. Não é o jogador que faz brilhar os olhos todas as vezes que entra em campo pelo Milan, mas também não decepciona. Velocidade e vontade sempre estão em campo quando o atacante está em campo.

Foto: Getty Images

Diego Tardelli – Sofreu uma contusão e mostrou ao Atlético-MG como faz falta por estar fora. O atacante do time mineiro fez um excelente Campeonato Brasileiro em 2009 e tem ganhado algumas chances com Dunga. Se conseguir exibir um futebol parecido com do ano passado, vira forte candidato.

Foto: Gazeta Press

Ronaldinho – Não exerce a mesma função que Adriano. Não tem a força da parede que o Imperador poderia fazer como paredão, mas tem o futebol que muitos pedem na seleção brasileira. Habilidade e experiência não faltam ao ex-Barcelona e Grêmio. Sem contar que a seleção pode enfrentar carência no meio com uma possível saída de Kaká.

Foto: Getty Images

Neymar – Quem será que não pensa em levar Neymar? Uns acusam a falta de experiência como fator que derruba a “candidatura” do santista, mas o futebol de jovem e malandro que ele vem apresentando encanta todo mundo. O ex-camisa 7 pode entortar adversários em um lance e dar a vitória para o time que defende em um passo.

Foto: Gazeta Press

Ronaldo – O atacante corintiano não apresenta um grande futebol. Mas até parece que é dessas situações que ele mais gosta. Quando ninguém aposta, ele aparece e acaba com todas as dúvidas de que é um dos maiores de todos os tempos. Não a toa, é o artilheiro da história de todas as Copas do Mundo.

Foto: Gazeta Press

Neymar será o caçula da seleção brasileira na Copa do Mundo?

22, fevereiro, 2010 7 comentários

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Na última semana, o ex-jogador do Santos e da seleção brasileira, Edu, pediu a convocação de Neymar por Dunga. Desejos à parte, se o jogador do Santos for chamado pelo técnico, aumentará a lista dos caçulas que defenderam o Brasil em Mundiais. Os casos mais famosos são de Pelé e Ronaldo, que conquistaram o título na primeira participação em Copas. Outros não eram tão novos, mas também foram considerados os caçulinhas do grupo. Porém, o mais jovem jogador a atuar numa partida de Copa foi o norte-irlandês Norman Whiteside, com 17 anos, 1 mês e 10 dias, em 1982. Veja a lista dos brasileiros que, precocemente, defenderam a seleção em Copas, com a hipotética presença de Neymar, caso o atacante faça parte da lista:

Pelé (1958) - O maior jogador de todos os tempos foi para uma Copa do Mundo com menos de 18 anos. Apesar de ter sido ultrapassado por Whiteside como o mais jovem a atuar numa Copa, o ex-jogador do Santos é até hoje o mais jovem a marcar um gol em Mundial, contra o País de Gales, em 1958, com 17 anos, 7 meses e 16 dias. O brasileiro também foi o mais jovem a marcar um gol numa final, contra a Suécia, e a conquistar um título mundial. Além desses recordes, Pelé marcou três gols em um jogo (Brasil 5 x 2 França, na semifinal da Copa).

Edu (1966) - O ponta-esquerda poderia ser o jogador mais jovem a atuar em copas. O brasileiro foi convocado por Vicente Feola aos 16 anos para a Copa de 1966, na Inglaterra. Mas não entrou em campo – o jogador atuaria em 1970 e 1974. Mas Edu foi o mais jovem jogador a participar de uma edição de Copa do Mundo, com 16 anos, 11 meses e 6 dias. Apesar de não ter atuado, o atacante afirmou que estava preparado para jogar.

Clodoaldo (1970) - O volante do Santos disputou a Copa do tricampeonato com 20 anos de idade. E logo em sua primeira participação, assumiu a condição de titular da cabeça-de-área. Ao lado dele, no meio-de-campo, estavam nomes consagrados como Rivellino e Gérson. Mas ele não se intimidou e fez um grande Mundial. Até hoje, é lembrado por ter feito o primeiro gol do Brasil na vitória sobre o Uruguai por 3 a 1 na semifinal. Detalhe: o Brasil saiu perdendo e caminhava para o intervalo atrás no placar, se não fosse o chute preciso de “Corro”, dentro da área, após receber passe de Tostão.

Müller (1986) - O atacante do São Paulo despontou para o futebol nacional após fazer parte do time de “Menudos” do técnico Cilinho, campeão paulista em 1985. Telê Santana, então, não titubeou para levá-lo ao Mundial, desbancando nomes como Renato Gaúcho, cortado, e Casagrande. Formou dupla titular com Careca e não fez nenhum gol. Mas lhe valeu de experiência para atuar novamente como titular quatro anos mais tarde e como reserva de Bebeto e Romário em 1994.

Bismarck (1990) - O meia-atacante do Vasco foi para a Copa que terminou como um desastre para o Brasil com 20 anos de idade. Era uma das grandes promessas do país e contava com grandes atuações nas categorias de base, além de ter o respaldo do técnico Sebastião Lazaroni. Não atuou no Mundial e, depois dessa campanha, não teve boa sequência na carreira, ficando a maior parte do tempo em clubes do exterior.

Ronaldo (1994) -
O atacante, que jogava no Cruzeiro, tinha 17 anos e nove meses quando participou da Copa do Mundo dos Estados Unidos, em 1994. Ronaldo, que era conhecido como Ronaldinho na época da campanha do tetracampeonato, não foi utilizado pelo técnico Carlos Alberto Parreira. Porém, o jogador voltou a ser campeão com o seleção brasileira em 2002, na África do Sul. Quando foi considerado por muitos como o melhor jogador do Mundial.

Denílson (1998) - O atacante que estava trocando o São Paulo pelo Bétis, na época, despontou como um raro ponteiro. Aos 20 anos, era endiabrado pelo lado esquerdo, e isso chamou a atenção do técnico Zagallo. Afinal, ele seria a peça ideal para abrir espaço nas fortes defesas europeias. Foi chamado para ser reserva e correspondeu nas vezes em que entrou em campo e ganhou experiência para voltar ao Mundial quatro anos mais tarde, com Luiz Felipe Scolari no comando.

Kaká (2002) - O meio-campista do Real Madrid foi chamado para a Copa do Mundo da Coréia do Sul e do Japão para ganhar experiência. E foi campeão. O jogador estreou em Mundiais na goleada brasileira de 5 a 2 diante da Costa Rica, na despedida da primeira fase. Mais velho e com mais responsabilidades, Kaká voltou a defender o Brasil em Copas, na Alemanha. Em seu segundo mundial, o atleta atuou em cinco jogos e deixou a competição sem o hexa. Agora, quatro anos depois, já tendo sido considerado o melhor jogador do mundo pela Fifa, Kaká tenta o tão sonhado título na África do Sul.

Robinho (2006) - O jogador nem era tão jovem na Copa de 2006, mas era o caçula do grupo que disputou o Mundial. Robinho tinha 22 anos quando defendeu o Brasil na Alemanha. Foram 4 jogos, três vitórias e uma derrota. Com a amarelinha, o atacante do Santos já conquistou os títulos da Copa das Confederações de 2005 e da Copa América de 2007. Em 2010, após uma má fase no Manchester City, da Inglaterra, o jogador voltou ao Brasil em busca de recuperação e da confirmação da vaga na África do Sul.

Neymar (2010?) - O jovem jogador santista, que completou 18 anos no último dia 5 de fevereiro, acredita que possa ser chamado para a Copa do Mundo de 2010, que será disputada a partir do dia 11 de junho. O ex-jogador Edu afirmou que Neymar já está preparado para vestir a camisa do Brasil. “O talento não tem relação nenhuma com a idade. Ele é um jogador que está acima da média e pode ajudar o Dunga na África do Sul”, avaliou.

Roberto Carlos diz que precisa trabalhar muito para ir à Copa

11, fevereiro, 2010 1 comentário


Foto: Gazeta Press

Pentacampeão com a seleção brasileira no ano de 2002, Roberto Carlos deixou a seleção brasileira após o fracasso do Mundial de 2006, quando a equipe canarinho caiu nas quartas de final diante da França. Um dos líderes daquela equipe eliminada pelos Bleus, ao lado de Ronaldo, o ala previu que a dupla, ao lado de Ronaldinho Gaúcho, do Milan (Itália), terá que trabalhar muito e atingir o auge da forma para conquistar um lugar no elenco para a Copa do Mundo da África do Sul.

“Eu, Ronaldo e Ronaldinho fizemos uma história na seleção brasileira e não saímos por causa do grupo. Passaram uma imagem de desorganizados, pois tivemos dificuldades na preparação e tiveram a impressão de que não tínhamos mais vontade de estar lá. Agora, temos que trabalhar muito para voltar”, afirmou Roberto Carlos, respondendo ao discurso de Dunga, que criticou abertamente nesta terça-feira a seleção de quatro anos atrás.

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Defensora o título mundial em 2006, a seleção brasileira chegou à Alemanha com a pinta de equipe imbatível. No entanto, a preparação dos atletas deixou a desejar, especialmente pela liberdade aos torcedores em Weggis, pequena cidade suíça escolhida pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para abrigar a fase final de treinamentos antes do Mundial. Um dos casos mais famosos acabou sendo a torcedora que invadiu o gramado e agarrou Ronaldinho Gaúcho.

As ‘baladas’ dos atletas também foi apontada como um fator decisivo na eliminação brasileira. Ainda em território suíço, jogadores da seleção foram flagrados em uma boate. A ‘escapada’ foi defendida imediatamente por Roberto Carlos. “Não foi nada disso, quando nos fotografaram, estávamos de folga. O Parreira tinha nos dado uma folga.”

Depois de mostrar-se conformado por deixar a seleção brasileira, Roberto Carlos manifestou novamente o desejo de defender a Amarelinha. “Na época da convocação, quando chegava o fax da CBF, eu ficava perdido de tanta alegria. Porém, tenho que jogar muito no Corinthians. Primeiro é aqui, representar meu rime da melhor forma. Se surgir a chance de voltar, estarei disposto”, garantiu, antes de elogiar o trabalho de Dunga à frente do time.

“A seleção vive um momento maravilhoso, não está acontecendo aquele momento de pedir algum jogador para entrar, como sempre acontece nas vésperas de Copa com aquele apelo popular por alguém. Além disso, devemos lembrar que o Dunga é o chefe, quem manda e tem o direito de fazer o que quiser”, completou o lateral esquerdo do Corinthians.

Seleção tem histórico de reviravoltas perto de Copas do Mundo

9, fevereiro, 2010 Sem comentários
Já virou tradição as reviravoltas que acontecem na seleção brasileira com a proximidade da Copa do Mundo. Para 2010, o “ritual” deve seguir, já que há várias posições com incógnitas. Nem mesmo a convocação desta terça-feira mostrará o grupo que defenderá o Brasil na África do Sul, pois a história mostra que até, durante os Mundiais, o Brasil sofre com mudanças drásticas. Veja exemplos do que já aconteceu com a seleção brasileira de última hora em Copas do Mundo.
 
2006 (Alemanha)
Fred  (foto: Getty Images) cavou seu espaço aos poucos na seleção brasileira. Depois de despontar no Cruzeiro, fez também um breve sucesso no Lyon. E tudo isso foi o suficiente para, pouco antes da Copa, ganhar a atenção de Carlos Alberto Parreira. O treinador, então, não titubeou e o levou para o Mundial, no qual naufragou ao lado de outras grandes estrelas ofensivas, como Ronaldo, Adriano, Kaká e Ronaldinho Gaúcho. Também nessa Copa, Mineiro herdou uma vaga após uma contusão no joelho de Edmílson.
 

2002 (Japão e Coreia do Sul)

A reta final da Copa disputada no Japão e na Coreia do Sul esteve repleta de incógnitas. E os jogadores que atuavam no Brasil foram os que se deram melhor. Kaká, Anderson Polga e Kleberson (foto: Getty Images) foram os premiados pelo técnico Luiz Felipe Scolari. No fim das contas, Kleberson ainda ganhou uma vaga de titular do meio-de-campo, ao lado de Gilberto Silva e Ronaldinho Gaúcho. Também nesse Mundial, Ricardinho foi convocado às pressas para substituir Emerson, com uma lesão no ombro.
 

1998 (França)
A grande dúvida de Zagallo era a reserva de Cafu (foto: Getty Images), já que ninguém se firmava. Na reta final, porém, Zé Carlos, um jogador de 30 anos despontou atuando pelo São Paulo e superou Zé Maria, que era seu concorrente à vaga. No fim, ele teve boa participação, já que disputou a semifinal contra a Holanda por causa da suspensão de Cafu. André Cruz foi outro a ganhar vaga de última hora, mas por causa da contusão de Márcio Santos. Para o Mundial da França, Romário foi cortado às vésperas da estreia, dando lugar a Emerson.

  

1994 (Estados Unidos)
O ataque foi o grande beneficiado das mudanças de última hora. O então novato Ronaldo (foto: Getty Images), de apenas 17 anos de idade, chamou a atenção pelas atuações no Cruzeiro, e Viola vinha em boa fase no Corinthians, o que obrigou o técnico Carlos Alberto Parreira a convocar cinco atacantes (Romário, Bebeto e Müller já estavam garantidos). Já nos EUA para a disputa da Copa, a seleção ainda teve a novidade do zagueiro Ronaldão, que substituiu o contundido Ricardo Gomes.
 

1990 (Itália)

Bismarck e Tita foram as grandes novidades da convocação final de Sebastião Lazaroni. Também estavam no páreo Neto, que brilhava cada vez mais pelo Corinthians, e Jorginho, ponta-direita habilidoso da Portuguesa e que posteriormente fez sucesso no meio-de-campo. Para essa Copa, Lazaroni também esperou até os instantes finais para convocar Romário (foto: Getty Images). O “Baixinho” teve uma fratura na perna pouco antes da competição e se recuperou a tempo, mas não entrou na forma física ideal.
 

1986 (México)

O chamado de última hora nessa Copa foi inusitado. O escolhido foi Josimar (foto: AP). Ele ocupou o lugar de Leandro, que não compareceu ao embarque para o México em solidariedade ao amigo Renato Gaúcho, cortado por indisciplina. Josimar, então, foi à Copa e marcou dois golaços de longa distância. Para o lugar de Renato Gaúcho, Edivaldo herdou a vaga. Outros jogadores que chegaram ao grupo de última hora foram Valdo e Mauro Galvão, nos lugares de Toninho Cerezo e Mozer, contundidos. Telê Santana esperou Zico, que vinha de grave lesão no joelho, até o último instante e o levou, mas sem boas condições físicas.
 
1982 (Espanha)
Renato, Dirceu e Serginho (foto: Getty Images) foram à Copa sem serem os mais utilizados durante as eliminatórias. Os favoritos às vagas eram Tita, que não gostava de jogar no ataque, Zé Sérgio, que vivia mergulhado em lesões, e Reinaldo, que também passava por problemas físicos. Desses, apenas Serginho foi titular e teve atuações discretas em um time que contava com estrelas do porte de Zico, Sócrates, Éder, Júnior e Falcão. Roberto Dinamite foi outro beneficiado, mas só ganhou vaga no elenco depois de uma lesão no joelho de Careca.
 

1978 (Argentina)

Dois jogadores que chegaram de última hora terminaram a Copa como titulares. O lateral-direito Nelinho, que herdou a vaga de Zé Maria, e Roberto Dinamite, que ocupou o lugar de Nunes, brilharam. Nelinho foi, inclusive, autor de um dos gols mais bonitos da história, na disputa do 3º lugar, contra a Itália. Dinamite foi um dos principais artilheiros do time dirigido por Cláudio Coutinho.
 
1970 (México)
João Saldanha comandou a seleção brasileira até as eliminatórias. Em uma história não confirmada por ninguém, ele teria sido derrubado pela ditadura. Zagallo (foto: AP) entrou em seu lugar e fez uma mudança em uma base vitoriosa. Paulo César Caju deixou o time para a formação de um quinteto de “camisas 10″ (Gérson, Rivellino, Tostão, Jairzinho e Pelé). Piazza, que jogava no meio-de-campo, foi deslocado para a zaga para formar dupla com Brito. E quem deixou o time foi Joel Camargo.
 

1962 (Chile)

Na Copa do Chile, uma mudança já no decorrer do Mundial deu muito certo. E quem saiu do time foi o Rei do Futebol. No segundo jogo do torneio, Pelé sentiu uma contusão na virilha e foi substituído por Amarildo (foto: AP). O então meio-campista do Botafogo doi um dos destaques da competição ao lado de Garrincha, levando a seleção canarinha ao bicampeonato mundial.
 

1958 (Suécia)

O ano do primeiro título mundial do Brasil também foi de uma grande mudança no andamento do torneio. Afinal, Pelé (foto: AP), Garrincha e Zito começaram a disputa fora do time titular. Nos dois primeiros jogos, uma vitória e um empate. A partir do terceiro jogo, no entanto, os três foram a campo, a pedido também de Nilton Santos e Didi. Pelé ficou com a vaga de Dida, Garrincha tirou Joel da equipe, enquanto Zito deixou Dino Sani na reserva. E com essa formação, o Brasil foi com 100% de aproveitamento até seu primeiro troféu.

Mano acha que Ronaldo ainda precisa melhorar para ir à Copa

3, dezembro, 2009 Sem comentários


(Foto: Placar)

O técnico Mano Menezes ficou satisfeito com o rendimento de Ronaldo em seu primeiro ano no Corinthians, mas acredita que o atacante ainda precisa evoluir para ser convocado por Dunga para defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010. E o treinador acredita que Ronaldo pode apresentar um futebol melhor no próximo ano.

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“Vai depender dele estar melhor do que está agora, melhor inclusive que no primeiro semestre. A perspectiva é boa. Ele voltou de mais de um ano parado e agora vai partir do trabalho deste ano”, afirmou o treinador corintiano, em entrevista ao SporTV.

O treinador, porém, ressaltou que outros fatores vão influenciar em uma possível convocação de Ronaldo à Copa do Mundo. “Depende de como estão os concorrentes. Ja tem 80% do grupo definido. Depende de duas vontades, do treinador e dele. E de um conjunto de fatores, como o que está fazendo no clube”, comentou. (Fonte: Gazeta Press)