Em coletiva, Gilberto Silva nega favoritismo, blindagem e cartilha

Foto: Getty Images
Com uma ou outra opinião dissonante, o discurso em relação ao favoritismo da seleção brasileira na Copa do Mundo da África do Sul começa a se tornar uniforme entre os jogadores. Na entrevista coletiva concedida neste domingo, no CT do Caju, em Curitiba, o volante Gilberto Silva se esquivou de uma possível pressão que o tema possa exercer sobre os atletas, lembrando que isso já atrapalhou o grupo anteriormente.
“Depende da forma como cada jogador encara a situação. Se for olhar o histórico da seleção brasileira, na maioria das vezes que chegou como favorita, encontrou dificuldades. Talvez porque estamos mais preparados para trabalhar sob pressão”, disse o jogador, que acha que só poderá mostrar dentro de campo o real valor do grupo e, aí sim, desequilibrar.
Leia mais notícias de Esportes na página da Abril.com
“Cada jogador aqui dentro sabe da responsabilidade de representar o país e cada torcedor. Não vamos falar o que vamos ou não fazer. Tudo se resume dentro de campo quando começar a competição”, completou. Seguindo a onda da negação, o volante também garante que não existe nenhum isolamento no CT do Caju, apenas um trabalho normal.
“Não existe mesmo essa blindagem. Esses três dias que estivemos aqui foram de testes. Se os jornalistas que estão aqui hoje fossem cobrir alguma outra seleção lá fora, encontrariam uma dificuldade ainda maior para encontrar noticias. A gente está calejado com o que aconteceu em 2006. Aprendemos com as derrotas e com o que sofremos de lá para cá”, avaliou.
Gilberto também garantiu que não existe uma cartilha para ser seguida, com uma série de restrições aos atletas, como acesso limitado ao mundo exterior e pessoas. “Não existe nenhuma cartilha. A cartilha que existe é a de todo mundo ter o comprometimento coma seleção. Não tem cartilha da CBF ou do Felipão. Mas, não dá para abrir a casa e deixar todo mundo entrar. Eu tenho minha casa e gosto que ele seja respeitada. Todo mundo tem seu espaço, mas com respeito à entidade e ao povo brasileiro”, concluiu.
(Com informações da Gazeta Press)

Os meias-atacantes preferidos de Dunga são Kaká, que é um titular indiscutível, e Júlio Baptista. O ex-são-paulino não vive boa fase na Roma e é um dos nomes contestados, mas sempre foi bem na seleção. E para o treinador, a atuação de Júlio Baptista no título da Copa América de 2007 é inesquecível.


O atacante Cabañas, que foi baleado na última semana e permanece internado em estado grave em um hospital mexicano, afirmou que quer jogar a Copa do Mundo. Segundo um jornal do México, o “Ultima Hora”, o jogador conversou com o pai e o irmão em guarani e garantiu que participará do Mundial.
Ser o primeiro país do continente a sediar uma Copa do Mundo tem enchido o povo sul-africano de orgulho. Pelo menos é isso o que mostra um estudo encomendado pela Fifa à empresa internacional de pesquisa Sport+Markt, divulgado nesta quarta-feira pela entidade máxima do futebol.
Lateral-esquerda
Volante
Meia-atacante 1
Meia-atacante 2
Atacante